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        <title>Fisioterapia</title><description>Fisioterapia Feed Informer</description><image>
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	<title>Tetraplégico recupera movimentos das mãos com cirurgia pioneira</title>
	<description>&lt;br&gt;&lt;div class="materia-conteudo entry-content" id="materia-letra"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;  	Um tetraplégico americano recuperou os movimentos das mãos depois de   uma cirurgia pioneira, apresentada nesta terça-feira (15) por um estudo   publicado pela revista científica "Journal of Neurosurgery". A técnica   revolucionária, no entanto, só pode ser usada em casos específicos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;  	O homem de 71 anos ficou tetraplégico em 2008, após um acidente   automobilístico. A lesão da coluna aconteceu na altura da última   vértebra do pescoço, que recebe o nome "C7", por ser a sétima vértebra.   Como os sinais do cérebro para o corpo são transmitidos pela coluna, ele   perdeu os movimentos abaixo dessa altura.&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align:center" class="foto componente_materia midia-largura-300"&gt;  	&lt;img alt="Ilustração explica a lógica da transferência de nervos (Foto: Eric Young/Divulgação)" src="http://s2.glbimg.com/mAKtDApyWnm0OHzWO8KvfA2FFYe-IYtU3dGvqFpseadIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/05/15/tetraplegico2_1.jpg" title="Ilustração explica a lógica da transferência de nervos (Foto: Eric Young/Divulgação)" height="400" width="300"&gt;&lt;/div&gt;    &lt;p&gt;  	Para as pessoas que se machucaram mais acima, ao longo do pescoço, da   vértebra C5 até a C1, uma cirurgia como essa provavelmente não serviria   para restaurar a função da mão e do braço, disseram os médicos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;  	No entanto, alguns nervos que vão para os braços vêm da coluna acima da   C7. Por isso, o paciente conseguia mover os ombros, os cotovelos e os   punhos – com limites.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;  	Os pesquisadores da Universidade Washington em Saint Louis, nos Estados   Unidos, conseguiram ligar esses nervos que chegam até os braços a   outros nervos, que vão até os dedos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;  	Essa cirurgia de ligação entre os nervos, chamada de transferência   nervosa, levou os sinais do cérebro de volta à mão do paciente e, assim,   fez com que ele recuperasse o movimento de pinça.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;  	&quot;Esta não é uma cirurgia particularmente cara ou complexa demais&quot;,   disse a autora principal do estudo, Susan Mackinnon, que fez a cirurgia.   &quot;Não é um transplante de mão ou face, por exemplo. É algo que   gostaríamos que outros cirurgiões no país fizessem", completou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;  	Após a cirurgia, foram necessários oito meses de tratamento depois da   cirurgia para que o paciente pudesse movimentar os dedos polegar,   indicador e médio da mão esquerda. Dois meses depois, ele conseguiu   mover também a mão direita.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;              &lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/391935898700163667-2613465376632140514?l=fisionoticias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
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	<pubDate>Wed, 16 May 2012 02:54 GMT</pubDate>

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<item>
	<title>Fisioterapia respiratória na disfunção pulmonar pós-cirurgia cardíaca</title>
	<description>&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte nos   países desenvolvidos e sua ocorrência tem aumentado de forma epidêmica   nos países em desenvolvimento [1]. Cirurgias cardíacas são procedimentos   ainda amplamente utilizados em todo mundo para tratamento de tal grupo   de pacientes [2] e as taxas de complicações pós-operatórias (PO) a elas   relacionadas permanecem expressivas, despontando entre elas, as   complicações pulmonares [1,3-6]. Em uma revisão envolvendo 115.021   cirurgias cardíacas (CC), Ribeiro et al. [7] encontraram uma taxa de   mortalidade global de 8%, ocorridas em sua grande maioria no período PO,   sendo as complicações pulmonares umas das causas prevalentes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Para   a grande maioria dos pacientes, a CC resulta em algum grau de disfunção   pulmonar, podendo ou não evoluir para complicações pulmonares. O quadro   de disfunção pulmonar pós-CC é secundário à utilização de circulação   extracorpórea (CEC), indução anestésica e trauma cirúrgico [4,5,8], além   de fatores relacionados ao estado préoperatório do paciente, como por   exemplo, idade [9,10] e tabagismo [10]. A CEC é responsável pela   síndrome de isquemia-reperfusão, resultando na liberação de enzimas   proteolíticas e radicais livres, ocasionando lesão tecidual [11]. A   indução anestésica é apontada como um fator causal de distúrbios de   ventilação-perfusão provavelmente secundários à atelectasia e ao   fechamento das vias aéreas [12]. Além disso, a esternotomia mediana   contribui para a deterioração do quadro ao diminuir a estabilidade e a   complacência da parede torácica [13-15]. Neste contexto, a dor PO e a   presença de drenos estão implicadas diretamente na manutenção dos baixos   volumes pulmonares [16-20]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Tendo   em vista o quadro de disfunção pulmonar associado à CC e suas possíveis   repercussões, a fisioterapia respiratória tem sido amplamente   requisitada com o intuito reverter ou amenizar tal quadro, evitando o   desenvolvimento de complicações pulmonares [21-23], com a utilização de   grande variedade de técnicas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;O   objetivo desse trabalho é realizar uma revisão de literatura sobre as   diferentes técnicas de fisioterapia respiratória utilizadas no PO de CC,   assim como sua efetividade na reversão da disfunção pulmonar PO. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;MÉTODOS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Estratégia de busca &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Foi   realizada uma revisão de literatura, utilizando-se estratégia de busca   primária e secundária, sobre as diferentes técnicas de fisioterapia   respiratória utilizadas no PO de CC e sua efetividade na reversão da   disfunção pulmonar, tendo como referências publicações em inglês e   português, cujos descritores foram&lt;i&gt; cirurgia torácica, exercícios   respiratórios, modalidades de fisioterapia, complicações pós-operatórias   e revascularização miocárdica,&lt;/i&gt; contidas nas seguintes fontes de   dados: BIREME, SciELO Brazil, LILACS e PUBMED, de 1997 até 2007,   evitando-se o excesso de publicações semelhantes. Uma pesquisa   secundária por meio da lista de referências dos artigos identificados   foi também realizada. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Critérios para seleção dos estudos &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Foram   selecionados para análise ensaios clínicos randomizados com amostra   maior que 20 pacientes, com população adulta submetida a CC, comparando   diferentes técnicas de fisioterapia respiratória, ou comparando-as à não   realização de fisioterapia respiratória no período PO. Além disso,   foram selecionados artigos sobre CC e suas repercussões a nível   pulmonar, com o intuito de introduzir o assunto e fornecer maior   embasamento teórico. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Variáveis analisadas &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As variáveis analisadas incluíram oxigenação pulmonar (saturação de oxigênio - SatO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;, pressão parcial de oxigênio no sangue arterial - PaO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;, índice de oxigenação - PaO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;/ FiO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;)   [20,22-28]; função pulmonar avaliada pela espirometria (volume   expiratório forçado de primeiro segundo - VEF1, capacidade vital - CV,   capacidade vital forçada - CVF, pico de fluxo expiratório - PFE, fluxo   expiratório forçado entre 25 e 75% da CVF - FEF 25-75%)   [20-22,24,26,29,30]; radiografia de tórax, incluindo sinais de   atelectasia [20,21,23,24,26]; permanência hospitalar [20,23]; infecção   pulmonar [20,23]; força da musculatura respiratória (Pressão   inspiratória máxima - PImáx, e Pressão expiratória máxima - Pemáx)   [27,29,30]. Dois dos trabalhos incluídos analisaram resultados de   tomografia computadorizada do tórax (TCT) [22,28]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;RESULTADOS/DISCUSSÃO&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Pacientes   submetidos a CC desenvolvem, em sua maioria, disfunção pulmonar PO [32]   com redução importante dos volumes pulmonares [15,21,22,24,32,33],   prejuízos na mecânica respiratória [13,14], diminuição na complacência   pulmonar e aumento do trabalho respiratório [31,34]. A redução dos   volumes e capacidades pulmonares contribui para alterações nas trocas   gasosas, resultando em hipoxemia [15,17,28,33,35] e diminuição na   capacidade de difusão [21]. O quadro restritivo perdura por período   superior a 116 dias [32,36]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   alterações radiológicas mais comumente observadas no PO são as   atelectasias [22,26,28,36,37]. Tais achados foram comprovados,   radiologicamente [21] e por meio de TCT [28], principalmente em relação   ao lobo inferior esquerdo. As atelectasias estão relacionadas à   deterioração nas trocas gasosas e à diminuição nos volumes pulmonares,   reduzindo a capacidade residual funcional (CRF) e a complacência   pulmonar. São consideradas clinicamente relevantes quando progridem em   extensão ou são persistentes, associadas a hipoxemia, aumento do   trabalho respiratório ou outro sinal de esforço [37]. No entanto,   O&amp;#39;Donohue et al. [37] relataram que apenas uma pequena fração destes   pacientes apresentará complicações clínicas importantes. A constatação   de derrame pleural também é freqüente e foi observada em 32% e de 43,9%   no 2º e 3º DPO, respectivamente [20]. Westerdahl et al. [21] constataram   derrame pleural em 63% dos pacientes no 4º DPO, dados semelhantes ao   estudo de Vargas et al. [38], porém tendo como instrumento propedêutico a   TCT. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Tosse   fraca, redução da mobilidade e fadiga muscular, associados à mudança do   padrão respiratório fisiológico, diafragmático, para uma respiração   mais superficial e predominantemente torácica, são responsáveis pela   diminuição da expansibilidade dos lobos pulmonares inferiores [39].   Prejuízos na reinsuflação pulmonar podem culminar na perpetuação ou   agravamento do quadro, favorecendo o desenvolvimento de processos   pneumônicos [19]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   infecções pulmonares, cuja prevalência gira entre 3,5% [23] e 10% [20],   também contribuem para a morbidade relacionada à CC. Westerdahl et al.   [22] não observaram sinais de infecção pulmonar em nenhum dos   pacientesincluídos. É relevante notar que não existe consenso acerca dos   critérios diagnósticos, sendo citados, associados ou não, alterações   radiológicas [23], presença de leucocitose [23], elevações da   temperatura corporal [20,23], isolamento de patógenos na cultura ou   microscopia de escarro [20,23]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Tendo   em vista o quadro de disfunção pulmonar associado à CC e suas possíveis   repercussões, torna-se fundamental melhor entendimento e maior   investigação a respeito dos recursos disponíveis na atualidade para   reverter tal quadro. Dentro deste contexto, a fisioterapia respiratória   tem sido cada vez mais requisitada [40], já que utiliza técnicas capazes   de melhorar a mecânica respiratória, a reexpansão pulmonar e a higiene   brônquica [22,41]. No entanto, revisão sistemática da literatura   evidencia que existem controvérsias a respeito do tema, tornando difícil   a decisão sobre qual recurso seria mais útil e menos dispendioso no   manejo destes pacientes [42]. As técnicas utilizadas na fisioterapia   respiratória variam de acordo com os países e com a prática de cada   serviço. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Com   o intuito de avaliar as diferentes técnicas de fisioterapia   respiratória utilizadas no PO de CC e sua efetividade na reversão da   disfunção pulmonar foram selecionados 11 ensaios clínicos randomizados (&lt;a href="http://www.scielo.br/img/revistas/rbccv/v23n4/a18tab01.jpg"&gt;Tabela 1&lt;/a&gt;),   realizados em cinco países, com população adulta submetida a CC e   amostra maior que 20 pacientes. Dos estudos incluídos, espirometria de   incentivo (EI) foi realizada em três [20,24,27]; exercícios de   respiração profunda (ERP) em seis [20,21,23,28-30]; ERP associados a   pressão expiratória positiva (PEP) em quatro [21,22,28,29] e PEP   acrescida de resistência inspiratória (PEP-RI) em dois [21,28].   Respiração com pressão positiva intermitente (RPPI) foi utilizada em   três trabalhos [25,27,30]; pressão positiva contínua nas vias aéreas   (CPAP) e pressão positiva em dois níveis (BILEVEL) em três [24-26] e   dois [24,26], respectivamente. Dois ensaios clínicos utilizaram grupo   controle que não realizou fisioterapia respiratória [22,23]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   casuísticas incluídas variaram de 21 [30] a 198 [23] pacientes,   totalizando 997, sendo que houve uma variável de não uniformidade entre   os artigos analisados, ou seja, o perfil dos pacientes. Westerdahl et   al. [21] restringiram a população estudada a indivíduos do sexo   masculino. Três trabalhos [22,29,30] reportaram a inclusão de pacientes   submetidos a CC, não informando os tipos de cirurgias realizadas.   Brasher et al. [23] incluíram pacientes submetidos a cirurgia de   revascularização miocárdica (CRVM) e troca valvar. Apenas cinco estudos   descreveram as técnicas de randomização utilizadas [20,21,23,26,27]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;A   utilização da EI nos EUA chega a 95% nos casos de atelectasia [43],   sendo realizada por meio de inspiração lenta e profunda da CRF até a   capacidade pulmonar total, seguida ou não por sustentação da inspiração   [44], fornecendo um &lt;i&gt;feedback&lt;/i&gt; visual aos pacientes. Vários estudos   relataram a utilização da EI no PO de CC [20,24,27]. A técnica provoca o   aumento da pressão negativa natural do espaço pleural, aumentando,   assim, o gradiente de pressão transrespiratória e causando, em última   instância, melhor fluidez de gases entre as vias aéreas para os alvéolos   e uma maior expansão pulmonar [44]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Os   trabalhos compararam a realização da EI a volume com diferentes   técnicas, dentre as quais CPAP [24], ERP [20], RPPI [27], BILEVEL [24].   Em um dos estudos [24], a EI associou-se a resultado menos favorável na   melhora da CV, VEF1 e PaO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;, quando comparada às outras   técnicas (CPAP e BILEVEL). Em outro ensaio clínico randomizado [20], a   adição da EI à fisioterapia respiratória (ERP, mobilização precoce e   técnicas de higiene brônquica) não se mostrou mais efetiva que somente a   fisioterapia respiratória na redução da incidência de complicações   pulmonares, permanência hospitalar, melhora radiológica, na função   pulmonar ou SatO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;. Nos primeiros dias de PO de CC, a   utilização do recurso foi associada a maior dificuldade na expansão   pulmonar devido a fatores restritivos, como por exemplo a dor [27], com   potencial questionável para prevenção de piora subseqüente na função   pulmonar [24]. Romanini et at. [27] demonstraram que a EI foi mais   efetiva que a RPPI no fortalecimento da musculatura respiratória, por   proporcionar maior recrutamento de unidades motoras. No entanto, foi   menos efetiva quando se objetivou a reversão da hipoxemia [27]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Os   protocolos dos estudos foram variados. Não houve uniformidade em   relação ao número de inspirações por treinamento, tempo de sustentação   da inspiração, e número de séries executadas ao longo do dia,   dificultando a comparação dos resultados. Alguns autores preconizaram o   tempo de exercício [27], outros, o número de repetições [24]. Um dos   trabalhos não forneceu esse dado, no entanto os pacientes foram   instruídos realizar os exercícios de hora em hora [20]. O número de   repetições preconizado por Matte et al. [24] foi 20 a cada 2 duas horas.   Quando se utilizou o parâmetro tempo, foram utilizadas duas séries de   10 minutos, com intervalo de cinco minutos entre elas [27]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Os   ERP, técnica de fácil realização na qual não se utilizam recursos   mecânicos, é também utilizada com freqüência, consistindo em uma   inspiração nasal lenta e uniforme, seguida de expiração oral, relaxada e   uniforme, visando aoaumento da expansão pulmonar [22,41]. É comum a   adição de pressão expiratória positiva (PEP) aos ERP [22]. A resistência   expiratória fornecida permite um esvaziamento mais lento dos pulmões e   aumento do volume pulmonar, prevenindo ou reduzindo o colapso alveolar e   favorecendo a expectoração [21,28]. A associação de resistência   inspiratória à PEP (IR-PEP) enfoca a inspiração ativa, aumentando a   demanda diafragmática e melhorando a recuperação da sua função [21]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Borghi-Silva   et al. [29] constataram melhor recuperação da função pulmonar no grupo   que utilizou PEP associada à ERP e mobilização precoce (n=8), quando   comparado a ERP e mobilização precoce somente (n=16). Os autores   observaram ainda que a utilização de PEP foi mais efetiva no   restabelecimento da força muscular inspiratória. Utilizando TCT,   Westerdahl et al. [22] observaram menores áreas com atelectasia em   pacientes que realizaram programa de ERP associados a PEP em comparação   com grupo controle, que não realizou exercícios respiratórios, ou seja,   submeteram-se apenas a mobilização precoce. As variáveis espirométricas   também se mostraram mais próximas dos valores pré-operatórios, no   entanto não foram observadas diferenças com relação à permanência   hospitalar e registro de febre [22]. Alguns autores reportaram   diminuição significativa das áreas atelectasiadas [28] e melhora na PaO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; [28] com a realização de ERP, RI-PEP e PEP, sem diferença significativa entre os grupos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font&gt;Outros   estudos realizados com o intuito de comparar a efetividade dos ERP com   outras técnicas de fisioterapia respiratória [20,30] ou com grupos que   não receberam fisioterapia respiratória no pós-operatório de CC [23]   falharam em comprovar sua superioridade. Isto pode ter ocorrido devido à   questionável adesão dos pacientes ao tratamento proposto. Deve ser   ressaltada ainda a importância da perfeita execução dos exercícios para a   eficácia do tratamento. Por exemplo, quanto mais profunda a inspiração,   maiores serão as chances de resolução das atelectasias [21]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Com   relação a essa técnica também não houve uniformidade no tempo de   realização e/ou número de séries. Os ERP foram realizados em quatro   séries de cinco inspirações com sustentação da inspiração por 3 segundos   [23], cinco séries de 20 com inclusão de padrão respiratório   diafragmático e exercícios com inspiração fracionada [29,30]. Nos   trabalhos de Westendalh et al. [21,22,28], foram realizadas três séries   de 10 com todas as técnicas propostas - ERP, PEP e RI-PEP. Grande parte   dos autores orientou a realização dos exercícios ao longo do dia   [20-23]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Os   métodos CPAP, BILEVEL e RPPI são formas de suporte ventilatório   não-invasivo (VNI), nas quais se utiliza uma máscara, nasal ou facial,   que funciona como interface entre o paciente e o ventilador [45,46].   Possuem como principais objetivos a diminuição do trabalho respiratório e   a melhora das trocas gasosas [45,46]. Foram observados efeitos   positivos com a utilização de VNI, na forma de RPPI [25,27], RPPI   associada PEP [30], CPAP [24-26] ou BILEVEL [24,26] nos primeiros dias   após CC, período em que a respiração é caracterizada por baixo volume   corrente, compensado por maior freqüência respiratória [24]. A adoção   deste padrão de respiração tende a favorecer o desenvolvimento ou   perpetuação de atelectasias e alterações nas trocas gasosas [25,26].   Comparada ao CPAP [25] e à EI [27], a RPPI foi considerada mais efetiva   no incremento do volume corrente, proporcionando, portanto, reexpansão   pulmonar com menor trabalho ventilatório [25,27]. Quando comparada com   mobilização global e ERP, não foram observados efeitos adicionais   relacionados à associação da técnica [30].&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;É   importante salientar que apesar de necessitar de supervisão mais   intensiva, a VNI independe da cooperação do paciente e ocasiona menos   dor [24,27]. Matte et al. [24] observaram superioridade do BILEVEL em   relação ao CPAP devido à diminuição no &lt;i&gt;shunt &lt;/i&gt;pulmonar. Pasquina   et al. [26] mostraram que o BILEVEL se mostra superior ao CPAP ao   promover redução das áreas atelectásicas à radiografia torácica. No   entanto, os autores concluíram que os recursos são igualmente efetivos   na diminuição dos efeitos negativos da CC na função pulmonar [24,26].   Não foram encontrados trabalhos comparando BILEVEL e RPPI. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Comumente, o CPAP foi realizado com pressão de 5 cmH&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O   [24-26], com duração de 1 hora a cada período de 3 horas [24], 15   minutos a cada hora nas três primeiras horas pós-extubação [25] e 30   minutos na 24ª e 48ª horas [25], ou por 30 minutos quatro vezes ao dia   [26]. BILEVEL foi utilizado por 1 hora a cada intervalo de 3 horas, com   pressão inspiratória de 12 cmH&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O e expiratória de 5 cmH&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O, [24] e quatro vezes ao dia por 30 minutos (pressão expiratória de 5 cmH&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O   e pressão inspiratória suficiente para manutenção de volume corrente   adequado) [26]. A técnica de RPPI foi realizada com pressão de 20 a 30   cmH&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O [26,31] por 15 minutos a cada hora nas três primeiras   horas pós-extubação e por 30 minutos na 24ª e 48ª [25], ou três séries   de 20, associado a pressão expiratória positiva de 10 cmH&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O[30].   Romanini et al. [27] aplicaram RPPI em duas séries de 10 minutos, com   intervalo de 5 minutos entre elas, no entanto não informaram o valor de   pressão utilizada. Em nenhum dos trabalhos foram observadas repercussões   hemodinâmicas associadas à aplicação de pressão positiva. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   co-intervenções estiveram presentes na maioria dos trabalhos   [21-24,26,28-30] e não foram mencionadas em apenas dois deles [25,27].   Os avaliadores foram &quot;cegos&quot; em cinco estudos [21,22,25,26,28] e os   pacientes em apenas um [26]. Nos trabalhos de Brasher et al. [23] e   Crowe e Bradley [20] apenas o radiologista não estava ciente da alocação   dos pacientes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;O   registro da adesão dos pacientes ao tratamento foi realizado em alguns   dos trabalhos [20,23], quando relataram que apenas 15 dos 90 pacientes   que realizaram EI (16,6%) documentaram a sua utilização. Em outro   estudo, 79,4% dos pacientes completaram a folha para documentação da   adesão [23]. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;A   utilização de táticas efetivas de documentação da adesão pode   contribuir para aumentar a fidedignidade dosresultados. É importante   assegurar que o aparelho, caso necessário, esteja ao alcance do   paciente, permitindo sua utilização ao longo do dia, conforme   recomendado nos protocolos de intervenção. Tal cuidado pode assegurar   uma maior taxa de adesão. A variabilidade nos resultados dos estudos   pode decorrer, portanto, de diferentes freqüências de realização dos   exercícios, bem como da variação na cooperação e empenho dos pacientes e   dos profissionais envolvidos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Não   houve uniformidade entre os dias em que os pacientes foram submetidos à   avaliação PO, variando de 3 horas após a extubação [25] até o 5º DPO   [25,29,30]. Em um dos estudos, a avaliação foi realizada no momento da   alta hospitalar [20]. Tal constatação pode ser outro fator contribuinte   para a variação nos resultados. As variáveis apresentam, quando não   ocorrem complicações, tendência a gradativo retorno aos níveis   pré-operatórios, favorecendo as diferenças observadas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   variáveis analisadas foram diversas e os critérios utilizados para a   avaliação de uma mesma variável também não foram homogêneos. A   utilização de exames diagnósticos mais sensíveis poderia ter favorecido a   análise dos efeitos da fisioterapia respiratória em alguns dos estudos   incluídos [22,28]. Westherdahl et al. [28], utilizando TCT, observaram   melhora significativa nos níveis de oxigenação e diminuição das áreas   atelectasiadas com a realização de apenas uma série de exercícios   respiratórios. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Observa-se   que, apesar da indicação freqüente de fisioterapia respiratória no PO   de CC e da ampla gama de técnicas utilizadas com o intuito de reverter a   freqüente disfunção pulmonar neste período, não existe consenso acerca   da melhor modalidade a ser utilizada. Estudos [2427] demonstram efeitos   positivos com a utilização da VNI, principalmente RPPI [25,27] e BILEVEL   [24,26], nos primeiros dias de PO. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;A   PEP mostrou resultados positivos quando comparada à não realização de   exercícios respiratórios [22] ou ERP [29]. No entanto, estudos   realizados com utilização de TCT e análises gasométricas [21,28] e com   amostras mais representativas não comprovaram sua superioridade sobre os   ERP. Os resultados de tais ensaios sugerem igualdade estatística entre   ERP, PEP e IR-PEP. Deve-se ressaltar a importância da experiência dos   profissionais e da exata técnica proposta, bem como da dedicação do   paciente e da equipe envolvida nos seus cuidados. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;CONCLUSÃO&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font&gt;Pelo   exposto, fica claro que comumente a CC leva a alterações na função   pulmonar, bem como a utilização da intervenção fisioterapeutica   respiratória na reversão delas. Nos primeiros dias de PO, quando é   freqüente o quadro álgico, a presença de drenos e pouca cooperação do   paciente, a VNI, principalmente a RPPI e o BILEVEL, têm se mostrado   recursos efetivos na reversão da disfunção pulmonar e na prevenção de   complicações. Porém, não há consenso na literatura sobre a técnica   fisioterapeutica mais apropriada nesse período. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Há   necessidade de estudos bem desenhados e com métodos e técnicas   comparáveis, incluindo-se aplicações combinadas, conduzidas com o   intuito de estabelecer programas efetivos para diferentes perfis de   pacientes e de serviços. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font&gt;1.   Reddy KS, Yusuf S. Emerging epidemic of cardiovascular disease in   developing countries. Circulation. 1998;97(6):596-601.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;2.   Gelape CL, Sanches MD, Teixeira AL, Teixeira MM, Bráulio R, Pinto IF,   et al. Preoperative plasma levels of soluble tumor necrosis factor   receptor type I (sTNF-RI) predicts adverse events in cardiac surgery.   Cytokine. 2007;38(2):90-5.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;3.   Babik B, Azstalos T, Peták F, Deák ZI, Hantos Z. Changes in respiratory   mechanic during cardiac surgery. Anesth Analg. 2003;96(5):1280-7.              [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;4.   Cox CM, Ascione R, Cohen AM, Davies IM, Ryder IG, Angelini GD. Effect   of cardiopulmonary bypass on pulmonary gas exchange: a prospective   randomized study. Ann Thorac Surg. 2000;69(1):140-5.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;5. Ng CS, Wan S, Yim AP, Arifi AA. Pulmonary dysfunction after cardiac surgery. Chest. 2002;121(4):1269-77.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;6.   Staton GW, Williams HW, Mahoney EM, Hu J, Chu H, Duke PG, et al.   Pulmonary outcomes of off-pump vs on-pump coronary artery bypass surgery   in a randomized trial. Chest. 2005;127(3):892-901.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;7.   Ribeiro AL, Gagliardi SP, Nogueira JL, Silveira LM, Colosimo EA, Lopes   do Nascimento CA. Mortality related to cardiac surgery in Brazil,   2000-2003. J Thorac Cardiovasc Surg. 2006;131(4):907-9.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;8.   Taggart DP. Respiratory dysfunction after cardiac surgery: effects of   avoiding cardiopulmonary bypass and the use of bilateral internal   mammary arteries. Eur J Cardiothorac Surg. 2000;18(1):31-7.              [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;9.   Feier FH, Sant&amp;#39;Anna RT, Garcia E, De Bacco FW, Pereira E, Santos MF, et   al. Modificações no perfil do paciente submetido a cirurgia de   revascularização do miocárdio. Rev Bras Cir Cardiovasc.   2005;20(3):317-22.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;10.   Hulzebos EH, Van Meeteren NL, De Bie RA, Dagnelie PC, Helders PJ.   Prediction of postoperative pulmonary complications on the basis of   preoperative risk factors in patients who had undergone coronary artery   bypass graft surgery. Phys Ther. 2003;83(1):8-16.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;11. Clark SC. Lung injury after cardiopulmonary bypass. Perfusion. 2006;21(4):225-8.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;12.   Rothen HU, Sporre B, Engberg G, Wegenius G, Hedenstierna G.Airway   closure, atelectasis and gas exchange during general anaesthesia. Br J   Anaesth. 1998;81(5):681-6.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;13.   Berrizbeitia LD, Tessler S, Jacobowitz IJ, Kaplan P, Budzilowicz L,   Cunningham JN. Effect of sternotomy and coronary bypass surgery on   postoperative pulmonary mechanics. Comparison of internal mammary and   saphenous vein bypass grafts. Chest. 1989;96(4):873-6.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ] &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;14.   Van Belle AF, Wesseling GJ, Penn OC, Wouters EF. Postoperative   pulmonary function abn</description>
	<link>http://cardiologia.facafisioterapia.net/2012/05/fisioterapia-respiratoria-na-disfuncao.html</link>
	<source url="http://fisioterapianacardiologia.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Cardiológica</source>
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	<pubDate>Tue, 15 May 2012 04:07 GMT</pubDate>

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	<title>Saiba tudo sobre Fratura de Tornozelo</title>
	<description>&lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;text-align:justify"&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;Quando falamos de fraturas do tornozelo,   falamos de fraturas maleolares. Podemos ter fraturas unimaleolares,   bimaleolares e trimaleolares. quando mais fratura mais instável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;Um tornozelo fraturado pode variar de   uma simples fissura em um osso, que não pode impedi-lo de ficar pé e   pisar com dor a uma fratura luxação com saída do tornozelo do lugar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;&lt;b&gt;Quais as causas da fratura do tornozelo?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;ul style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;&quot;Torcer&quot; ou girar o tornozelo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;Contusão durante o futebol ou outro esporte&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;Tropeçar ou cair&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;Impacto durante um acidente de carro&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;Uma vez que existe uma variedade tão grande de lesões, há também uma ampla gama de pessoas como curar após a sua lesão.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;As fraturas de Tornozelo afetam todas as   idades. A incidência de Fraturas de tornozelo nos estados Unidos é 184   por 100.000 pessoas por ano. Durante os últimos 30 a 40 anos, os   ortopedistas notaram um aumento no número e gravidade dos tornozelos   quebrados, devido em parte a uma população mais ativa do &quot;baby boomers&quot;.   Em 2003, quase 1,2 milhões de pessoas visitaram salas de emergência por   causa de problemas no tornozelo. * ( Estatística Americana )&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;&lt;b&gt;Anatomia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;Três ossos compõem a articulação do tornozelo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;Tíbia (&quot;osso da canela&quot;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;Fíbula (pequeno osso na parte externa do tornozelo)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;span style="font-size:small"&gt;Tálus (um osso do pé) (o nome antigo era astrágalo)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Anatomia do tornozelo&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div class="separator" style="clear:both;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;text-align:justify"&gt;  &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_L2zmPCVVSQ/T6pMYxcSUfI/AAAAAAAAIIA/GNGLLw4wXbw/s1600/anatomia+do+tornozelo.jpg" style="clear:left;float:left;margin-bottom:1em;margin-right:1em;text-align:justify"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-_L2zmPCVVSQ/T6pMYxcSUfI/AAAAAAAAIIA/GNGLLw4wXbw/s320/anatomia+do+tornozelo.jpg" border="0" height="222" width="320"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;text-align:justify"&gt;  &lt;div&gt;  A tíbia e a fíbula tem partes específicas que compõem o tornozelo:&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Maléolo medial: parte interna da tíbia &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Parte de trás da tíbia: maléolo posterior&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Maléolo lateral: região distal da fíbula.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Duas articulações estão envolvidas em fraturas do tornozelo:&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Articulação do tornozelo&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Sindesmose: A articulação entre a tíbia e a fíbula, que é mantida unida por ligamentos.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Vários ligamentos ajudam a manter a estabilidade da articulação do tornozelo&lt;/div&gt;  &lt;br&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;&lt;b&gt;Quais os  sintomas da fratura de tornozelo?&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;br&gt;  &lt;div&gt;  Uma grave entorse de tornozelo pode provocar os mesmos sintomas de um   tornozelo quebrado, cada lesão no tornozelo deve ser avaliada por um   médico.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  As queixas mais comuns de um tornozelo quebrado incluem:&lt;/div&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Dor imediata e severa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inchaço&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Hematomas ( surgem no dia seguinte )&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sensível ao toque&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não pode colocar qualquer peso sobre o pé lesionado&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Deformidade (&quot;fora de lugar&quot;), particularmente se a articulação do tornozelo é muito deslocado &lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Como é feito o Diagnóstico?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Além de um exame físico, os exames de raios-X são a forma mais comum   para avaliar uma lesão no tornozelo. Raios-X podem ser tomados da perna,   tornozelo e pé para ter certeza de que nada mais está lesionado.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Dependendo do tipo de fratura no tornozelo, o ortopedista pode exercer   pressão sobre o tornozelo e realizar de raios-X especial, chamado de   &quot;teste de estresse.&quot; Este X-ray é feito para ver se certas fraturas do   tornozelo requerem cirurgia. Algumas fraturas de tornozelo provocam   fratura alta da fíbula próxima ao joelho e pode ser necessário uma   radiografia de joelho para avaliar as dissociações tíbio fibular distal &lt;b&gt;(fratura de Maisonneuve)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div class="separator" style="clear:both;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;text-align:justify"&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;text-align:justify"&gt;  &lt;div&gt;  Às vezes, uma tomografia computadorizada (TC) scan é feito para melhor   avaliar as lesões no tornozelo. Para algumas fraturas de tornozelo,   ressonância magnética (IRM) pode ser feito para avaliar os ligamentos do   tornozelo.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;&lt;b&gt;Tratamento: fratura do maléolo lateral&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;table class="tr-caption-container" style="float:left;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;  &lt;tr&gt;&lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jOrHW6InE_U/T6pPVzpYtZI/AAAAAAAAIIQ/rLCelDjvb6g/s1600/fratura+do+maleolo+lateral.jpg" style="clear:left;margin-bottom:1em;margin-left:auto;margin-right:auto"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-jOrHW6InE_U/T6pPVzpYtZI/AAAAAAAAIIQ/rLCelDjvb6g/s1600/fratura+do+maleolo+lateral.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;Diferentes níveis de fratura do maléolo &lt;br&gt;lateral, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;Michelson JD: fraturas de tornozelo &lt;br&gt;resultante de lesões rotacional J Am &lt;br&gt;  Acad Ortho Surg 2003; 11:403-412.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;div&gt;  A fratura do maléolo lateral é uma fratura da fíbula. Há diferentes   níveis em que que a fíbula pode ser fraturado. O nível da fratura pode   dirigir o tratamento.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;&lt;b&gt;Tratamento não-cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;br&gt;  &lt;div&gt;  Se a fratura não está fora de lugar ou apenas pouco fora do lugar e do   tornozelo é estável, o tratamento pode não precisar de cirurgia. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Vários métodos diferentes são usados ​​para proteger a fratura, que vão   desde um tênis de cano alto  a um gesso na perna. O tratamento pode   também basear-se em que osso está quebrado.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  A radiografia de  &quot;stress&quot; pode ser feito para ver se o tornozelo é   estável. O paciente terá que consultar o ortopedista regularmente para   repetir a radiografia do tornozelo para certificar-se que os fragmentos   da fratura não se moveram para fora do lugar durante o processo de   cicatrização.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;&lt;b&gt;Tratamento Cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;br&gt;  &lt;div&gt;  Se a fratura estiver fora do lugar ou quando o tornozelo for instável, a   fratura pode ser tratada com cirurgia. A cirurgia consiste em reduzir (   colocar os ossos no lugar) e fixar a fratura com uma placa e parafusos   no lado lateral ou um parafuso ou haste no interior do osso do lado   medial. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;&lt;b&gt;Tratamento: fratura do maléolo medial&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;br&gt;  &lt;div&gt;  As fraturas podem ocorrer em diferentes níveis de maléolo medial.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Fraturas do maléolo Medial são, por vezes isoladas, mas muitas vezes   ocorrem com uma fratura da fíbula, maléolo posterior ou uma lesão nos   ligamentos do tornozelo.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;br&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;&lt;b&gt;Tratamento não-cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;br&gt;  &lt;div&gt;  Se a fratura não esta fora do lugar ou é uma fratura muito baixa, com   fragmentos muito pequenos, a fratura pode ser tratada sem cirurgia. A   fratura pode ser tratado com um gesso de perna Normalmente, é preciso   evitar colocar peso sobre a perna por aproximadamente 6 semanas.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  O paciente terá que consultar o ortopedista regularmente para repetir o   raio-X para certificar-se de que a fratura não muda de posição.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento Cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="separator" style="clear:both"&gt;  &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--RHjUl_XU-c/T6pU4y-f65I/AAAAAAAAIIc/TilDayIPnCc/s1600/fratura+do+maleolo+medial.jpg" style="clear:left;float:left;margin-bottom:1em;margin-right:1em"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/--RHjUl_XU-c/T6pU4y-f65I/AAAAAAAAIIc/TilDayIPnCc/s1600/fratura+do+maleolo+medial.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div&gt;  Se a fratura estiver fora do lugar ou do tornozelo estiver &quot;instável&quot;, a cirurgia pode ser oferecida.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Ocasionalmente, a cirurgia pode ser considerada mesmo se a fratura não   está fora de lugar. Isto é feito para diminuir o risco da fractura não   curar (não união - pseudartrose) e para  permitir começar a mover o   tornozelo rapidamente.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Às vezes, a fratura pode sofrer &quot;impactação&quot; da articulação do   tornozelo. Isto pode exigir enxerto ósseo para reparar a fratura a fim   de diminuir qualquer risco de desenvolver mais tarde artrose.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Diferentes técnicas para a cirurgia podem ser usadas. Parafusos, uma   placa e parafusos ou técnicas de fixação diferentes podem ser usados,   dependendo da fractura.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento: fratura do maléolo posterior&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  A fratura do maléolo posterior é uma fratura da parte de trás da tíbia &quot;osso da canela&quot; ao nível da articulação do tornozelo.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Isso geralmente não é uma lesão isolada. Muitas vezes, o maléolo lateral   é também fraturado, pois compartilha anexos ligamento com o maléolo   posterior.Também pode haver uma fratura do maléolo medial.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Dependendo de quão grande é a parte quebrada, a parte de trás do   tornozelo pode ser instável. Alguns estudos mostraram que, se o   fragmento é maior do que 25% da articulação do tornozelo, o tornozelo   torna-se instável e deve ser tratado com a cirurgia.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  A fratura do maléolo posterior é importante porque essa região é coberta   por cartilagem. A cartilagem é a superfície lisa que reveste a   articulação. Se fragmento quebrado é maior do que cerca de 25% do   tornozelo e está fora do lugar mais de 2 mm milímetros, a superfície da   cartilagem não irá curar adequadamente e da superfície fica com uma   depressão. Esta superfície irregular tipicamente conduz a pressão   aumentada e irregular na superfície articular, o que leva a lesão da   cartilagem e do desenvolvimento de artrose.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento não-cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Se a fractura não está fora lugar e do tornozelo está estável, a fratura   em alguns casos pode ser tratada sem cirurgia. O tratamento pode ser   feito com um gesso na perna ou em alguns casos uma imobilização   removível Os pacientes são normalmente aconselhadas a não colocar   qualquer peso sobre o tornozelo durante algumas semanas.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento Cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Se a fratura estiver fora do lugar ou se o tornozelo for instável instável, a cirurgia pode ser uma opção.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Diferentes opções cirúrgicas disponíveis para o tratamento das fraturas   maleolares. Uma opção é colocar parafusos a partir da frente do   tornozelo para o para a região posterior, ou vice-versa. Outra opção   colocar uma placa e parafusos ao longo da parte de trás da tíbia&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;  &lt;b&gt;Tratamento: Fraturas Bimaleolar.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &quot;Bi&quot; significa dois. &quot;Bimaleolar&quot; significa que dois &quot;maléolos&quot; do   tornozelo foram quebrados. Uma fratura bimaleolar mais comumente   significa que o maléolo lateral e o maléolo medial foram quebrados e o   tornozelo não é estável. Uma fratura equivalente a bimaleolar ocorre   quando os ligamentos do lado de dentro , ( &quot;medial&quot;) do tornozelo estão   rompidos, juntamente com um dos outros &quot;maléolos.&quot; Maléolos é pleural   para maléolo. Normalmente, isto significa que a fíbula está quebrada,   juntamente com lesão dos ligamentos mediais, tornando o tornozelo   instável. Um &quot;teste de estresse&quot; de raios-X pode ser feito para ver se   os ligamentos mediais estão lesados. Fraturas Bimaleolar ou fraturas   Bimaleolar equivalentes são fraturas instáveis ​​e podem estar   associadas com uma luxação do tornozelo. Essas lesões são consideradas   instáveis ​​e cirurgia geralmente é recomendada.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento não cirúrgico&lt;/b&gt; pode ser considerado se o paciente tem   problemas de saúde significativos, onde o risco da cirurgia pode ser   muito grande. A tala gessada é normalmente usado até que o inchaço tenha   diminuído. O paciente deve consultar o médico regularmente para repetir   os exames de raios-X para certificar-se de seu tornozelo permanece   estável. Normalmente, A carga não será permitido no tornozelo durante   algumas semanas. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento Cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Normalmente, o tratamento cirúrgico é recomendado nas fraturas com o tornozelo instável.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Fraturas dos maléolos Medial e lateral são tratadas com as mesmas técnicas cirúrgicas como escrito acima.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento: Fraturas Trimaleolares&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &quot;Tri&quot; significa três. Fraturas Trimaleolares significa que todos os três   maléolos do tornozelo foram quebrados. Estes são lesões instáveis ​​e   podem ser associados com um deslocamento.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento não-cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Essas lesões são consideradas instáveis ​​e a cirurgia geralmente é   recomendada. Tal como acontece com fraturas de tornozelo Bimaleolar, o   tratamento não-cirúrgico pode ser considerado se o paciente tem   problemas de saúde significativos, onde o risco da cirurgia pode ser   muito grande ou nos pacientes que não andam.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento Cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Cada fratura pode ser tratado com as mesmas técnicas cirúrgicas como escrito acima.&lt;/div&gt;  &lt;br&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento: Lesões da Sindesmose&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Estes também são conhecidos como entorses graves do tornozelo quando não   há fratura. Essas entorses demoram mais para cicatrizar do que a   entorse de tornozelo normal e podem evoluir com instabilidade. Quando há   fraturas de outros ossos do tornozelo, são lesões instáveis. Eles   evoluem muito mal, sem tratamento cirúrgico.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Certos tipos de fraturas de tornozelo bimaleolar tem uma lesão associada   na sindesmote. Seu médico pode fazer um &quot;teste de estresse&quot; de raios-X   para ver se o sindesmose está lesada.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;  &lt;b&gt;Retorno ao Esporte&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Embora a maioria das pessoas retornem às atividades diárias normais,   exceto para o esporte, dentro de 3 a 4 meses, estudos têm mostrado que   as pessoas podem ainda estar se recuperando até 2 anos após fratura o   tornozelo. Pode levar vários meses para que o paciente pare de mancar. A   maioria das pessoas voltam a dirigir dentro de 9 a 12 semanas a partir   do momento em que foram feridos.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Reabilitação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  A reabilitação é muito importante, independentemente de como uma fratura   de tornozelo é tratada. Quando seu médico lhe permite começar a mover o   tornozelo, fisioterapia e programas de exercícios em casa são muito   importantes. Fazer esses exercícios regularmente é a chave da boa   evolução.&lt;/div&gt;  Pode levar vários meses para os músculos em torno do tornozelo ficarem   fortes o suficiente para andar sem mancar e para retornar às suas   atividades regulares.&lt;br&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Peso corporal&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  O tipo de fratura  determina quando o paciente pode começar a colocar   peso sobre o tornozelo. Seu médico lhe permitirá começar a colocar peso   sobre o tornozelo quando ele determinar que a lesão é estável o   suficiente para fazê-lo.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Pisar no chão.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  É muito importante não colocar peso sobre o tornozelo até o seu médico   dizer que você pode. Se você colocar peso sobre o tornozelo lesionado   muito cedo, os fragmentos da fratura podem mover-se ou a sua cirurgia   pode falhar e você pode ter que reoperar.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Complicações&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  As pessoas que fumam ou tem diabetes estão em maior risco de   complicações após a cirurgia, incluindo problemas com a cicatrização de   feridas.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;br&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  &lt;b&gt;Tratamento não-cirúrgico&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Sem a cirurgia, existe um risco da fratura desviar. É por isso que é   importante o acompanhamento com seu ortopedista, de acordo com as   orientações prescritas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.marcosbritto.com/2011/05/compressao-nervo-ulnar-cotovelo-e-punho.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5601595563025264211?l=ortopedia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://ortopedia.facafisioterapia.net/2012/05/saiba-tudo-sobre-fratura-de-tornozelo.html</link>
	<source url="http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Ortopédica</source>
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	<pubDate>Tue, 15 May 2012 03:57 GMT</pubDate>

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<item>
	<title>Conheça 10 tratamentos estéticos para combater a celulite</title>
	<description>&lt;div class="hMateria"&gt;&lt;br class="clear"&gt;      &lt;/div&gt;                                          &lt;p class="textoCorrido"&gt;Nem mesmo as modelos de   corpo mais sequinho conseguem escapar dela, atualmente. Horas sentadas,   escorregões na dieta e alguma influência genética fazem deste o problema   de beleza mais temido no cotidiano feminino. Cerca de 85% das mulheres   com mais de 35 anos convivem com a celulite, de acordo com a dermatologista Carolina Marçon, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse   tipo de inflamação está dividido em três graus, dependendo da   profundidade dos buraquinhos e até da consistência da pele (mais firme   ou mais flácida). No nível 1, a celulite aparece quando a pele é   pressionada, enquanto no 2 nenhum estímulo é necessário para notar o   problema. Já o grau 3, além de apresentar furinhos profundos, largos e   em grande quantidade, pode provocar sensação de dor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&quot;Nenhum   tratamento estético contra celulite funciona sem alterações na dieta e   prática de exercícios fiscos&quot;, afirma a dermatologista. &quot;É preciso   reduzir o consumo de açúcar e de gorduras, além de tomar muita água.   Exercícios aeróbios ajudam na queima de gordura localizada, enquanto a   musculação dá mais firmeza para a pele&quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas se você está com   disposição para encarar um pacote completo de combate ao problema, veja   as dicas dos especialistas e escolha a melhor solução estética para   deixar sua pele lisinha outra vez.&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="espacoFoto"&gt;&lt;div class="ctnFotos"&gt;                  &lt;div style="text-align:center" class="ctnFotoAtual"&gt;                      &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22794&amp;w=628&amp;h=370" class="imgFotoAtual" alt="Drenagem linfática - Foto Getty Images"&gt;                  &lt;/div&gt;              &lt;/div&gt;                        &lt;/div&gt;                            &lt;div class="conteudoDescricao"&gt;                      &lt;p&gt;                          &lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Drenagem linfática&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Indicada para todos os graus de celulite, a drenagem linfática   é uma massagem voltada a à eliminação de líquidos acumulados nos   tecidos. &quot;A partir desses movimentos, toxinas e outros resíduos   metabólicos também são expelidos, o que estimula a circulação sanguínea   e, consequentemente, melhora o aspecto da pele como um todo&quot;, afirma a   dermatologista Carolina Marçon, da Sociedade Brasileira de Dermatologia   (SBD). A drenagem também tem um papel importante nas regiões atingidas   pela celulite porque ajuda a eliminar pequenos nódulos de gordura   aprisionados no tecido. Por isso, o método costuma ser bastante eficaz   no combate ao problema, além, é claro, de acabar com a sensação de   inchaço.                      &lt;/p&gt;                  &lt;/div&gt;                   &lt;div style="display:block" class="conteudoDescricao fechado"&gt;                      &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/beleza/galerias/15124-conheca-10-tratamentos-esteticos-para-combater-a-celulite/2" title="Massagem modeladora - Foto Getty Images"&gt;                          &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22795&amp;w=75&amp;h=75&amp;f=Massagem-modeladora.jpg" alt="Massagem modeladora - Foto Getty Images" class="thumbDescricaoGaleria"&gt;                      &lt;/a&gt;                      &lt;p&gt;&lt;strong&gt; Massagem modeladora&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Enquanto a drenagem linfática estimula a eliminação do líquido acumulado no corpo, a massagem modeladora   atua tanto sobre o sistema linfático quanto sobre as placas de gordura.   &quot;Para atingir a gordura é necessária uma massagem mais firme e com   movimentos rápidos e repetitivos&quot;, afirma a nutricionista especialista   em estética Lila Valente, da Clinic Med. A manipulação da gordura   promove a vasodilatação, aumenta a oxigenação local e acelera a   velocidade de metabolização, o que ajuda a diminuir a flacidez. Ela é   indicada para todos os graus de celulite, desde que o problema esteja   associado a gordura localizada - nos casos em que a celulite surge por   flacidez da pele ou carga genética, a massagem modeladora não é tão   eficiente.&lt;/p&gt;                  &lt;/div&gt;                     &lt;div style="display:block" class="conteudoDescricao fechado"&gt;                      &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/beleza/galerias/15124-conheca-10-tratamentos-esteticos-para-combater-a-celulite/3" title="Creme anticelulite - Foto Getty Images"&gt;                          &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22796&amp;w=75&amp;h=75&amp;f=Cremes.jpg" alt="Creme anticelulite - Foto Getty Images" class="thumbDescricaoGaleria"&gt;                      &lt;/a&gt;                      &lt;p&gt;&lt;strong&gt; Creme anticelulite&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Ainda não   há uma solução definitiva contra a celulite. Os tratamentos também   dependem de uma alimentação equilibrada, da prática regular de   exercícios, da predisposição genética, entre outros fatores. &quot;O uso de   cremes anticelulite deve estar associado a outros tratamentos e hábitos   saudáveis para surtir efeito&quot;, afirma a fisioterapeuta Ingrid Peres, da   clínica Onodera Estética. O mercado oferece opções com retinoides,   castanha da Índia, extrato de chá verde e diversas outras composições.   Em geral, eles promovem a quebra da gordura local, a melhora da   microcirculação e o estímulo à produção de colágeno, o que melhora a   celulite.&lt;/p&gt;                  &lt;/div&gt;                     &lt;div style="display:block" class="conteudoDescricao fechado"&gt;                      &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/beleza/galerias/15124-conheca-10-tratamentos-esteticos-para-combater-a-celulite/4" title="Endermologia - Foto Getty Images"&gt;                          &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22797&amp;w=75&amp;h=75&amp;f=endermologia.jpg" alt="Endermologia - Foto Getty Images" class="thumbDescricaoGaleria"&gt;                      &lt;/a&gt;                      &lt;p&gt;&lt;strong&gt; Endermologia&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&quot;A endermologia   é um tratamento não invasivo que usa um aparelho motorizado composto   por um sistema de sucção e dois rolos&quot;, afirma a dermatologista Carolina   Marçon. Os movimentos do aparelho estimulam a circulação e promovem a   drenagem linfática, o que diminui a celulite. Recomendado nos graus   moderados e graves, o método ainda realiza uma leve esfoliação que   elimina as células mortas no local em que é aplicado. Visualmente, a   pele fica com menos irregularidades e com aparência renovada.&lt;/p&gt;                  &lt;/div&gt;                     &lt;div style="display:block" class="conteudoDescricao fechado"&gt;                      &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/beleza/galerias/15124-conheca-10-tratamentos-esteticos-para-combater-a-celulite/5" title="Radiofrequência - Foto Getty Images"&gt;                          &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22798&amp;w=75&amp;h=75&amp;f=Radiofrequ%C3%AAncia.jpg" alt="Radiofrequência - Foto Getty Images" class="thumbDescricaoGaleria"&gt;                      &lt;/a&gt;                      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Radiofrequência&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;De acordo com   a fisioterapeuta Ingrid, este é um dos tratamentos mais eficazes contra   a celulite. &quot;Ele estimula a produção de colágeno, o que diminui as   traves fibrosas que retraem o tecido e deixam a pele cheia de furinhos&quot;,   afirma. O aparelho utiliza uma radiação eletromagnética de alta   frequência que faz com que as moléculas de água se agitem, aumentando a   temperatura. O procedimento não é invasivo e não traz qualquer prejuízo à   pele. Além disso, é um dos mais duradouros, por reestruturar o tecido   de maneira mais intensa. É indicado para todos os graus de celulite,   principalmente nos casos em que há flacidez associada.&lt;/p&gt;                  &lt;/div&gt;                     &lt;div style="display:block" class="conteudoDescricao fechado"&gt;                      &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/beleza/galerias/15124-conheca-10-tratamentos-esteticos-para-combater-a-celulite/6" title="Mesoterapia - Foto Getty Images"&gt;                          &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22799&amp;w=75&amp;h=75&amp;f=Mesoterapia.jpg" alt="Mesoterapia - Foto Getty Images" class="thumbDescricaoGaleria"&gt;                      &lt;/a&gt;                      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mesoterapia&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;A mesoterapia é   uma técnica que utiliza um coquetel de medicamentos para diminuir a   gordura no local tratado, de acordo com a dermatologista. &quot;O princípio   básico da técnica é a aplicação de uma pequena quantidade dessas   substâncias na área a ser tratada. Ao se espalhar pelo organismo, o   coquetel estará diluído, o que reduz o risco de efeitos colaterais&quot;. Mas   segundo a especialista, dependendo da aplicação e da administração dos   medicamentos, o resultado pode ser prejudicial. Ela reforça ainda que é   fundamental associar o tratamento a um treino regular, à alta ingestão   de líquidos e a uma alimentação equilibrada.&lt;/p&gt;                  &lt;/div&gt;                     &lt;div style="display:block" class="conteudoDescricao fechado"&gt;                      &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/beleza/galerias/15124-conheca-10-tratamentos-esteticos-para-combater-a-celulite/7" title="Laser - Foto Getty Images"&gt;                          &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22800&amp;w=75&amp;h=75&amp;f=Laser.jpg" alt="Laser - Foto Getty Images" class="thumbDescricaoGaleria"&gt;                      &lt;/a&gt;                      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Laser&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O tratamento da   celulite com laser é feito da seguinte maneira: na área que vai ser   tratada, é aplicada anestesia local e, por meio de duas pequenas   incisões (do tamanho da ponta de uma caneta), são inseridas cânulas com a   fibra ótica do aparelho. &quot;Em seguida, o laser é aplicado, destruindo a   gordura localizada e quebrando septos fibrosos que deixam a pele com   aspecto irregular&quot;, afirma a dermatologista Carolina Marçon. O   procedimento ainda estimula a produção de colágeno, deixando a pele mais   firme e com maior elasticidade. De acordo com a especialista, todo o   processo leva cerca de uma hora e meia.&lt;/p&gt;                  &lt;/div&gt;                     &lt;div style="display:block" class="conteudoDescricao fechado"&gt;                      &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/beleza/galerias/15124-conheca-10-tratamentos-esteticos-para-combater-a-celulite/8" title="Carboxiterapia - Foto Getty Images"&gt;                          &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22801&amp;w=75&amp;h=75&amp;f=Carboxiterapia.jpg" alt="Carboxiterapia - Foto Getty Images" class="thumbDescricaoGaleria"&gt;                      &lt;/a&gt;                      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Carboxiterapia&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;A   carboxiterapia, apesar de recomendada em algumas clínicas de estética   para todos os tipos de celulite, não conta com apoio médico. Isso   porque, inicialmente, a técnica foi criada para tratar úlceras na pele -   a injeção de dióxido de carbono melhorava a circulação sanguínea e a   oxigenação dos tecidos, fazendo com que as feridas se fechassem mais   rapidamente.  Depois, começou a ser usada no meio estético com a ideia   de que sua ação vasodilatadora também poderia reduzir a flacidez e as   irregularidades decorrentes da celulite. Mas até agora foram feitos   poucos estudos sobre a eficácia e a segurança do método, então a maioria   dos dermatologistas não apoia o tratamento.&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                  &lt;/div&gt;                     &lt;div style="display:block" class="conteudoDescricao fechado"&gt;                      &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/beleza/galerias/15124-conheca-10-tratamentos-esteticos-para-combater-a-celulite/9" title="Ultrassom com lipolíticos - Foto Getty Images"&gt;                          &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22802&amp;w=75&amp;h=75&amp;f=Ultrassom.jpg" alt="Ultrassom com lipolíticos - Foto Getty Images" class="thumbDescricaoGaleria"&gt;                      &lt;/a&gt;                      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Ultrassom com lipolíticos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O   efeito mecânico e/ou térmico do ultrassom lipolítico tem sido bastante   usado no combate à celulite e à gordura localizada. A promessa do   tratamento é realizar modificações nas ligações intercelulares e   aumentar a permeabilidade da membrana celular. &quot;Ele tem uma potência   maior do que o ultrassom convencional e, geralmente, é acompanhado de um   gel que auxilia a movimentação do aparelho e facilita a penetração da   onda sônica&quot;, explica Ingrid Peres. Entretanto, mais estudos são   necessários para provar a real eficácia do método, o que faz com que o   tratamento ainda desperte desconfiança no meio médico.&lt;br&gt;&lt;/p&gt;                  &lt;/div&gt;                                           &lt;a href="http://msn.minhavida.com.br/beleza/galerias/15124-conheca-10-tratamentos-esteticos-para-combater-a-celulite/10" title="Gesso liporredutor - Foto Getty Images"&gt;                          &lt;img src="http://images2.minhavida.com.br/imgHandler.ashx?mid=22803&amp;w=75&amp;h=75&amp;f=gesso-lipo.jpg" alt="Gesso liporredutor - Foto Getty Images" class="thumbDescricaoGaleria"&gt;                      &lt;/a&gt;                      &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Gesso liporredutor&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O   gesso liporredutor é uma mistura de substâncias que endurecem quando   aplicadas sobre a pele, promovendo aquecimento, vasodilatação e melhor   penetração de princípios ativos como a cafeína. &quot;Teoricamente, a cafeína   atuaria quebrando a gordura, estimulando a microcirculação e drenando o   líquido acumulado&quot;, afirma a dermatologista Carolina. O problema é que   esse tratamento tem apenas base teórica, não havendo comprovação   científica da sua eficácia. Ainda assim, o método é recomendado para   graus mais avançados de celulite e, segundo as clínicas que realizam o   tratamento, precisa de, pelo menos, dez sessões para apresentar   resultados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: Minha Vida - MSN&lt;br&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4449089361856041324-6815293525771836760?l=dermatofuncional.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://dermatofuncional.facafisioterapia.net/2012/05/conheca-10-tratamentos-esteticos-para.html</link>
	<source url="http://fisioterapianadermatofuncional.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Dermato-Funcional</source>
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	<pubDate>Mon, 14 May 2012 02:44 GMT</pubDate>

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<item>
	<title>Inverno chegando, é a hora de fazer peeling</title>
	<description>O inverno é a melhor época para realizar o peeling facial, pois devido ao tratamento, a pele fica muito sensível à exposição solar, podendo ocasionar no aparecimento das manchas no pós-tratamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para quem não sabe, o peeling é um tipo de renovação cutânea onde promove-se uma esfoliação em diversos graus.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;É um tratamento indicado para suavizar as rugas e linhas de expressão, estimula a produção de colágeno, deixando a pele com aspecto saudável.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tipos de Peeling&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) Peeling com luz pulsada: atualmente procura-se utilizar equipamentos que não promovam uma descamação tão severa. O tratamento consiste na aplicação de uma luz pulsada que provoca um leve desconforto. São necessárias de três a quatro sessões quinzenais ou mensais. No local das manchas formam-se crostas (casquinhas) escuras, depois estas caem, e assim atenuam. Este tratamento também pode ser utilizado para acne e rejuvenescimento;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;2) Peeling com microdermoabrasão (ou peeling de cristal): é um aparelho que libera cristais com a função de promover um rolamento de suas partículas sobre a pele, esfoliando-a de forma homogênea e segura. São realizadas quatro sessões semanais e não há necessidade de afastamento das atividades diárias. É indicado para linhas de expressão, cicatrizes de acne, poros dilatados e aspereza cutânea;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;3) Peelings superficiais seriados: realizado com ácidos, esse tipo de peeling promove descamação leve e não necessita de afastamento das atividades. São necessárias várias sessões, semanal ou quinzenal. Indicado para melhorar a textura e o viço da pele, as manchas e o fechamento dos poros. Quando se trata de acne, o efeito é secativo;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;4) Peeling intermediário: realizado com uma combinação de ácidos, promove uma descamação mais intensa com formação de crostas (casquinhas). É necessário preparar a pele com soluções despigmentantes 15 dias antes da aplicação. É utilizado para melhorar a textura da pele, as manchas mais profundas e as rugas mais acentuadas;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;5) Peeling profundo: é o famoso peeling de fenol. Este é realizado em hospital, pois provoca queimadura intensa e só pode ser realizado com anestésico injetável e sedação. Logo após o procedimento, ocorre descamação cutânea intensa, inchaço, formação de crostas (casquinhas) muito espessas por 15 a 20 dias e exige cuidados médicos diários neste período. Esta modalidade exige que a pessoa se afaste de suas atividades por 15 a 20 dias e a exposição solar é proibida.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Portanto, se você quer deixar sua pele com um aspecto jovem e linda para o verão, agora é a hora!!! Aproveite.  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4449089361856041324-3639234298521870727?l=dermatofuncional.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://dermatofuncional.facafisioterapia.net/2012/05/inverno-chegando-e-hora-de-fazer.html</link>
	<source url="http://fisioterapianadermatofuncional.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Dermato-Funcional</source>
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	<pubDate>Sun, 13 May 2012 04:38 GMT</pubDate>

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<item>
	<title>Enfisema Pulmonar</title>
	<description>&lt;p&gt;O enfisema, juntamente da bronquite, são consideradas as formas mais comuns da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tabagismo,   poluição, deficiência da proteína alfa 1 antitripsina e fatores de auto   imunidade estão relacionados ao aparecimento do enfisema pulmonar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O   fumo provoca hiperplasia do epitélio, ruptura dos septos alveolares,   espessamento das paredes, contribui para infecções, facilita o   broncoespasmo, diminui a produção de surfactante e inibe a atividade   enzimática antielastase e antioxidante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A deficiência da proteína   alfa 1 antitripsina que protege os pulmões de enzimas, é hereditária,   aonde baixas quantidades de proteína são produzidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O enfisema pulmonar pode ser classificado em:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- enfisema periacinoso: a coleção se localiza na periferia do ácino (enfisema difuso), sendo mais comum em homens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;-   enfisema cicatricial: é secundário, ocorre distenção, ruptura,   proliferação fibrosa, hiperinsuflação e impedimento do pulmão de   diminuir o seu volume.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- enfisema focal: provocado por deposição   de carvão mineral nos bronquíolos, aonde ocorre fibrose e distensão   alveolar. Os bronquíolos encontram-se dilatados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- enfisema lobar congênito: instala-se no recém nascido antes dos 6 meses, porém com manifestação tardia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Caracteriza-se por insuflação do parênquima.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O   quadro clínico caracteriza-se por dispnéia, cianose, tórax em tonel,   diminuição da elasticidade, do murmúrio vesicular, da expasibilidade,   hipersonoridade, fadiga, dores de cabeça pela manhã, emagrecimento,   tosse, edemas em tornozelos e baquetamento dos dedos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O enfisema pode levar a complicações tais como: pnemotórax, atelectasia, broquiectasias e hipertensão pulmonar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O   diagnóstico se da através do relato de sinais e sintomas, avaliação   respiratória durante a atividade física, observação da expansibilidade   do tórax, ausculta pulmonar e cardíaca, observação da pele e das   mucosas. Exames como raio x deve ser realizados e avaliados, assim como a   espirometria , a tomografia computadorizada, exame do escarro, e quando   suspeitada deficiência da proteína alfa 1 antitripsina deve ser   solicitado um exame de sangue.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tratamento do enfisema pulmonar   visa aliviar os sinais e sintomas, pois ainda não há como interromper a   progressão da doença. O indivíduo deve ser aconselhado a para de fumar.   Broncodilatadores, corticosteroides e antibióticos específicos pode ser   administrados para amenizar o sintomas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A fisioterapia deve ser   recomendada ao individuo enfisematoso, tendo como objetivo remover as   secreções brônquicas através da inaloterapia, tapotagem, vibração e   tosse, reduzir o trabalho respiratório eliminando atividades muscular   desnecessária, diminuir a frequência respiratória, desinsuflar os   pulmões através da TEMP, expiração incentivada, mobilização torácica.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2911914132158151022-4999558160711974251?l=domicilio.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://domicilio.facafisioterapia.net/2012/05/enfisema-pulmonar.html</link>
	<source url="http://domicilio.facafisioterapia.net/feeds/posts/default">Fisioterapia em Casa</source>
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	<pubDate>Fri, 11 May 2012 08:42 GMT</pubDate>

</item>

<item>
	<title>As etapa do desenvolvimento infantil</title>
	<description>Uma das maiores preocupações dos pais é que os seus filhos cresçam   saudáveis e tenham um desenvolvimento adequado. Todavia, muito embora a   maioria dos pais tente o melhor para os seus filhos, às vezes, não é   possível consegui-lo porque os seus conhecimentos dentro da área não   lhes permitem obter os resultados pretendidos.  Conhecer desde a mais   tenra idade as necessidades do bebé e poder estimulá-lo de acordo com a   sua idade e desenvolvimento é crucial para que a criança venha, no   futuro, a ser um adulto física e emocionalmente saudável.     &lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Programas de aprendizagem&lt;/strong&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;O   programa de aprendizagem Gymboree é já um sucesso em Portugal.   Desenvolvido há cerca de trinta anos e adaptado à realidade das famílias   portuguesas, permite envolver os pais e cuidadores de forma a   aprenderem novas formas de incentivar as crianças a: &lt;br&gt;-	A ganharem auto-estima &lt;br&gt;-	A resolverem os seus problemas &lt;br&gt;-	A pensarem de forma criativa &lt;br&gt;-  	A serem autodidactas  Para isso, este programa oferece aos pais as   ferramentas necessárias para que eles – pais – sejam os melhores   professores dos seus filhos.   &lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os 7 níveis&lt;/strong&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Tal   como qualquer outro programa de ensino, ele está estruturado por   níveis. Neste caso, o programa inicia-se com o bebé recém-nascido e   termina no nível sete que corresponde à etapa dos 3 aos 5 anos. Contudo,   qualquer criança pode iniciar o programa num outro nível (adequado à   sua idade e desenvolvimento) mesmo que o não tenha iniciado no nível 1   ou 2.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Etapa a etapa. Níveis 1 e 2&lt;/strong&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Conhecer   o mundo e sentir-se seguro é fundamental para o bebé que acabou de   sofrer o trauma do nascimento e entrou no mundo real. Nesta fase, o mais   importante é o estabelecimento do vínculo mãe-filho para que o bebé se   sinta seguro e parta para a sua aventura de descobrir o mundo. Este   programa (Nível 1 dos 0 a 6 meses) permite aos pais os conhecimentos   para não só fortalecerem os seus laços emocionais (tríade   mamã-papá-bebé) como também obterem experiência para proporcionarem, por   exemplo, uma massagem adequada à sua estimulação e desenvolvimento. No   nível 2 (dos 6 aos 10 meses), as crianças estão aptas para aprenderem   que as suas acções têm uma repercussão no meio. &lt;br&gt;Esta compreensão da    noção – causa/efeito – é fundamental para conhecerem e compreenderem o   mundo. A estimulação da criança é feita através de gestos e sons. Neste   nível a mãe tem oportunidade de através de um programa baseado em   exercícios de yoga (Mommy and baby fitness) fortalecerem os seus   abdominais, praticando exercícios com o bebé. Para fortalecer o vínculo   mamã-bebé, a mãe terá ainda oportunidade de aprender canções de embalar   que ajudarão também ao desenvolvimento emocional do bebé.   &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Níveis 3 e 4&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Entre   os 10 e os 16 meses (Nível 3) as crianças têm necessidade de comunicar e   necessitam que as entendam. Para isso os pais têm de aprender a   efectuar uma comunicação bilateral eficaz. Quando os adultos respondem   adequadamente às tentativas de comunicação da criança, estão a ajudá-la   nesta nova etapa. Para isso os pais terão de conhecer os jogos e os   métodos mais adequados para que a criança sinta que a entendem e que lhe   dão a atenção que merece. A partir dos 16 meses e até aos 22 meses, as   crianças entram no nível 4 do programa. As etapas principais a   ultrapassar são a coordenação motora e a linguagem.   &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Níveis 5 e 6&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Aos   22 meses e até aos 28 meses é importante alimentar o pensamento   simbólico da criança. A criança inicia a idade do "Faz de Conta" e é   necessário que aprenda a imaginar-se como um personagem. Pode ser a mamã   do seu boneco chorão ou o papá que ralha ao boneco porque não comeu a   papa toda. Neste nível, os pais continuam a aprender a melhor forma de   ajudar a criança no seu crescimento emocional e intelectual.  Dos 28 aos   36 meses – nível 6 - as crianças entram na etapa do pensamento   abstracto. Começam a inventar histórias com sentido lógico. É necessário   que os pais conheçam as suas etapas para que as possam apoiar.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Nível 7&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Neste nível que compreende as crianças   dos 3 aos 5 anos, os pais vão aprender a melhor forma de responder aos   muitos porquês das criança e a adequar as suas respostas ao seu nível de   compreensão. As crianças podem ainda frequentar as aulas de arte,   orientadas no sentido de combinar a arte com o processo imaginativo.   Nestas aulas é também promovida a confiança e a auto-estima. Nas aulas   de trabalhos manuais a presença dos pais é opcional.   &lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tempo para tudo&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Este   programa tem a vantagem de ser ministrado também durante o período   pós-laboral dos pais e aos fins-de-semana, permitindo aos pais a sua   frequência sem problemas. &lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5407142653043792251-6031691958721468679?l=pediatria.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://pediatria.facafisioterapia.net/2012/05/as-etapa-do-desenvolvimento-infantil.html</link>
	<source url="http://fisioterapianapediatria.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Pediátrica</source>
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	<pubDate>Fri, 11 May 2012 06:19 GMT</pubDate>

</item>

<item>
	<title>Proposta fisioterapêutica na Sindrome do Impacto no Ombro em atletas</title>
	<description>&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Medidas preventivas podem ser adotadas para impedir que o atleta progrida com a    Sindrome do Impacto. Entre elas, estão os treinamentos de força, flexibilidade, e    propriocepção, além de orientações acerca do tempo de repouso necessário    para a recuperação das estruturas passíveis de sofrerem lesão por &lt;i&gt;overuse&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;[4,6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Ganhos de força extra, fora da piscina, permitem ao nadador trabalhar outros    músculos além daqueles exigidos no esporte, especialmente os antagonistas    aos movimentos da braçada&lt;sup&gt;[2,6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Agregado a isso, treinos de flexibilidade também devem ser aplicados a fim de    proteger a musculatura contra encurtamentos e para preservar a amplitude total    de movimento sem dor &lt;sup&gt;[2,6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Exercícios de propriocepção oferecem consciência de posicionamento    articular e permitem melhor controle dos movimentos, evitando falhas de    execução, uma vez que o atleta tem tempo para corrigi-las&lt;sup&gt;[2,6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Por fim, para um programa de prevenção completo, fatores como duração,    intensidade e freqüência dos treinos devem ser ponderados para conter a "síndrome    do supertreinamento"&lt;sup&gt;[6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;u style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;    &lt;/u&gt;&lt;blockquote style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;u&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Fortalecimento&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;/u&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Desequilíbrios musculares ocorrem sempre que a ação agonista prevalece de    maneira desproporcional sobre a ação antagonista durante determinada    atividade, fazendo com que este se torne fraco e aquele abusivamente mais    forte&lt;sup&gt;[13,18]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       No ombro normal, a relação de força entre rotadores externos e internos    (RE/RI) é de aproximadamente 0,6 a 0,8, o que demonstra uma desvantagem    natural dos rotadores externos. Em nadadores, este valor tende a ser ainda    mais baixo, devido a dominância da rotação interna durante a prática    esportiva. Somado a isso, também já foi constatado que a SI reduz de maneira    significativa a força de rotação externa do membro superior&lt;sup&gt;[9,13]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Schneider e col.&lt;sup&gt;[13]&lt;/sup&gt; avaliaram, em 2006, 26 nadadores púberes de    ambos os sexos, dos quais 23% apresentaram o índice RE/RI menor que 0,6,    sugerindo fraqueza muscular. Este resultado corrobora os achados de um estudo    citado por Schwartzmann&lt;sup&gt;[6]&lt;/sup&gt; e col., onde experimento semelhante foi    feito, porém, relacionando a falta de sincronia dos músculos do MR com a    prevalência de dor no ombro. Neste trabalho, nadadores com quadro doloroso    exibiram a razão RE/RI com valores menores que 0,4, contra 0,7 daqueles que    não tinham histórico de dor.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Considerando esses aspectos, a proposta preventiva de fortalecimento muscular    visa o reequilíbrio de forças, dando ênfase aos rotadores externos, como o    infra-espinhal, o redondo menor, e, sobretudo, o supra-espinhal, que é o mais    propenso a desenvolver lesões, pois além de limitar a rotação interna, ao    mesmo tempo contribui com a abdução.&lt;sup&gt;[3,6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       A abordagem do fortalecimento pode incluir faixas elásticas ou musculação,    desde que o treinamento muscular evidencie ações concêntricas, uma vez que    na natação ações excêntricas dificilmente são solicitadas&lt;sup&gt;[2]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       A manutenção de um ritmo escapuloumeral regular, com um trabalho focado nos    pivôs (estabilizadores) escapulares, principalmente nos rombóides, trapézio    inferior e serrátil anterior, também deve ser alvo do programa de    prevenção, visto que suas funções são vitais para a biomecânica normal    do ombro&lt;sup&gt;[1,2,4,6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       É importante ressaltar que deve-se alternar exercícios específicos para    ganho de força com exercícios de &lt;i&gt;endurance&lt;/i&gt;, pois, durante a    natação, as forças aplicadas são constantes porém não são máximas, e o    atleta, além de manter picos de torque para propulsão, precisa estar    resistente à fadiga. Estudos comprovam que essa associação, sob o ponto de    vista preventivo, reduziu significativamente a presença de dor no ombro nos    nadadores&lt;sup&gt;[6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;u&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Flexibilidade&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;/u&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Sobre a flexibilidade, apesar de todos os benefícios teóricos conhecidos, na    prática, poucos estudos comprovam sua eficácia como um método preventivo de    lesão. Entre eles, está um trabalho de 1985, citado por Schwartzmann, onde o    estudo original correlacionou a diminuição de flexibilidade com dores no    ombro em nadadores&lt;sup&gt;[6,19]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Sabe-se que músculos alongados possuem maior poder de contração do que os    encurtados, e que quanto mais flexível um segmento, maiores amplitudes de    movimento são obtidas sem causar dano às estruturas envolvidas&lt;sup&gt;[2,19,21]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Contudo, alongamentos agudos, ou seja, aqueles realizados imediatamente antes    do treino esportivo, não garantem ganhos suficientes para evitar lesões.    Pelo contrário, alguns trabalhos demonstram que esta prática diminui de    forma considerável a força muscular. Por outro lado, verificou-se que,    exercícios de flexibilidade, quando realizados em sessões à parte, de forma    regular, possuem efeitos crônicos que são eficazes para melhorar a &lt;i&gt;performance&lt;/i&gt;    do atleta a longo prazo, incluindo velocidade e força de contração&lt;sup&gt;[21]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Em 1999, Hartig e Henderson&lt;sup&gt;[22]&lt;/sup&gt;, realizaram um estudo comparativo    com 298 indivíduos. Destes, 150 receberam um programa de alongamento durante    13 semanas. Constatou-se que a taxa de incidência de lesões por &lt;i&gt;overuse&lt;/i&gt;    nos que sofreram intervenção foi de 16,7%, contra 29,1% dos 148 que fizeram    parte do grupo controle. Estes resultados mostram-se interessantes, visto que    o &lt;i&gt;overuse&lt;/i&gt; é o tipo de acometimento mais comum em nadadores de alto    nível.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Em 2004, Witvrouw &lt;a href="http://et.al"&gt;et.al&lt;/a&gt;.&lt;sup&gt;[23]&lt;/sup&gt;. relataram que, nos esportes em que    há ciclos de alongamento-encurtamento contínuos, técnicas que favoreçam a    elasticidade músculo-tendínea podem ser bem empregadas para prevenir danos    dessas estruturas. A natação se enquadra nessa condição, uma vez que    possui alternância de tensão-relaxamento durante as fases da braçada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Conclui-se, então, que um programa de alongamento, para ter efeito    preventivo, deve fazer parte da rotina diária do atleta, e, mesmo quando a    amplitude de movimento máxima for alcançada, o treino deve ser mantido para    que não haja perda de extensibilidade tecidual&lt;sup&gt;[6,19]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;u&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Propriocepção&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;/u&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Propriocepção é a sensação transmitida por músculos, tendões e    articulações da posição que o segmento está ocupando no espaço, bem como    da direção, amplitude e velocidade do movimento que está sendo efetuado. Um    bom nadador precisa adquirir esse sentido para saber controlar as forças da    água que agem sobre ele&lt;sup&gt;[2,24]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Estudos comprovam que o déficit cinestésico é capaz de acarretar uma    instabilidade articular significativa, a ponto de evoluir com microtraumas    repetitivos. No ombro, sempre que isso acontece, o supra-espinhal e o bíceps    braquial são os principais músculos compensatórios e apresentam-se com    padrões de atividade fora do comum&lt;sup&gt;[24]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Por esse motivo, exercícios propioceptivos são fundamentais para restaurar a    estabilidade articular, através de mecanismos neuromusculares, e para    promover melhora da dinâmica do segmento, impedindo o aparecimento de    disfunções&lt;sup&gt;[5]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Treinar propriocepção permite que o atleta tenha consciência postural e que    o mesmo esteja apto a selecionar os grupos musculares que irão trabalhar em    cada fase do nado. A partir disso, aprende-se a corrigir ações inadequadas    para uma determinada técnica e a desativar músculos inapropriados para a    atividade pretendida, visto que a intervenção desnecessária destes aumenta    o estresse e a fadiga local&lt;sup&gt;[2,6,25]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Exercícios fora d'água podem ser eficazes para treinar coordenação,    sincronia muscular e para ensinar ao nadador como construir uma memória    cinestésica dos movimentos da cintura escapular&lt;sup&gt;[2]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Exercícios dentro d'água podem ser úteis para demonstrar ao atleta que    pequenas diferenças de posicionamento da mão e/ou do braço durante o nado,    podem interferir diretamente na força que será exercida, uma vez que as    posturas desses segmentos em relação ao corpo podem acarretar uma maior ou    menor resistência oferecida pela água&lt;sup&gt;[2]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;u&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Supertreinamento&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;/u&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       O "supertreinamento" ocorre sempre que os mecanismos de adaptação do    atleta são forçados além do que o mesmo pode suportar, predispondo-o a    falhas. Essa condição é descrita como multifatorial, sendo o estresse    físico e o psicológico os principais agentes desencadeadores. O alto nível    tensional instalado, quando acumulado, pode gerar uma queda brusca de    produtividade&lt;sup&gt;[16]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Sob esse ponto de vista, a contenção do &lt;i&gt;overtrainning&lt;/i&gt; e seus efeitos    nocivos também tornam-se uma meta preventiva, a medida em que treinos    exorbitantes associados a um tempo de descanso reduzido podem afetar não    somente o desempenho do individuo nas competições, mas também a sua    qualidade de vida&lt;sup&gt;[6,20]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Para um nadador ficar supertreinado basta que a o volume de treino exceda sua    capacidade de se adequar ao que foi programado. Por isso, o profissional    responsável por acompanhar a evolução do atleta precisa estar atento a    situações como disposição, tolerância aos exercícios e habilidades    técnicas do mesmo&lt;sup&gt;[16,20]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       O programa de treinamento diário deve ser monitorado dentro dos objetivos    traçados, porém, respeitando sempre os limites fisiológicos do nadador, e,    aliado a isto, propõe-se a inserção de intervalos para repouso e atividades    recreativas em cada sessão. Exercícios de concentração e relaxamento    também são indicados a fim de fornecer momentos para reorganização mental    e recuperação de energia&lt;sup&gt;[16,20,25]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Outros aspectos relacionados à saúde, como os estados nutricional e social    também precisam ser considerados dentro de um programa preventivo, uma vez    que estresses provenientes dessas relações podem comprometer o desempenho&lt;sup&gt;[20]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Todas essas recomendações refletem a complexidade das diversas    circunstâncias que podem levar o atleta a progredir com um baixo rendimento    e, a partir disso, vir a necessitar de mais e mais treinos. A conseqüência    disso é o "supertreinamento", que, como já mencionado, é um fator    predisponente a lesões por &lt;i&gt;overuse&lt;/i&gt;, que futuramente resultam em    distúrbios crônicos e degenerativos&lt;sup&gt;[6,20]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd149/sindrome-do-impacto-em-nadadores.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-8907202903313198213?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
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	<pubDate>Fri, 11 May 2012 06:15 GMT</pubDate>

</item>

<item>
	<title>Sindrome do Impacto em nadadores</title>
	<description>&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" face="tahoma" size="2"&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       A Sindorme do impacoto é freqüentemente vista em pessoas que possuem atividades ocupacionais    onde o braço é forçado a ficar constantemente na posição erguida, e    também em atletas em que o gesto esportivo exija amplitudes de movimentos    contínuas do ombro acima de 90º&lt;sup&gt;[5,7]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Em 2002, Kralinger et al.&lt;sup&gt;[10]&lt;/sup&gt; sugeriram que desportos diferentes    impõem cargas de trabalho diferentes ao ombro, classificando-os de acordo com    o envolvimento desta articulação em menor ou maior grau durante o gesto    esportivo, da seguinte maneira: os esportes do tipo I são aqueles em que o    ombro é pouco solicitado e não sofre tensões excessivas, como o ciclismo e    a corrida; os esportes que ocasionam pressão moderada ao ombro são os do    tipo II, incluindo o esqui, e a natação; os do tipo III são aqueles que    oferecem grande sobrecarga ao ombro, ininterruptamente, como é visto no    vôlei, no &lt;i&gt;handball&lt;/i&gt; e no basquete.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Entretanto, Ejnisman et al.&lt;sup&gt;[11]&lt;/sup&gt; confrontam a idéia de que o nado    proporciona um impacto moderado ao ombro. Devido aos movimentos baliísticos    efetuados, esses autores afirmam que a natação é, conceitualmente, uma    modalidade de arremesso&lt;sup&gt;[3]&lt;/sup&gt;, apresentando, apenas, uma variação    biomecânica específica, porém, predispondo o ombro às mesmas lesões    típicas daquelas do tipo III de Kralinger.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       A natação é o segundo esporte mais praticado no Brasil. Sua vantagem em    relação a outras atividades é que o meio aquático tem ampla    funcionalidade, propiciando desde espaços recreativos e educativos, até    ambientes de campeonatos amadores ou profissionais. Dentro destes dois    últimos grupos, uma diferença significativa de desempenho pode ser notada,    uma vez que, indivíduos amadores nadam por prazer, sem exigência de &lt;i&gt;performance&lt;/i&gt;    técnica, enquanto que atletas profissionais são treinados para obterem o    máximo de rendimento físico possível durante a prática esportiva&lt;sup&gt;[6,12]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Em 1999, foi quantificado que, em média, competidores de elite perfazem cerca    de 300.000 braçadas e percorrem aproximadamente 15.000 metros diários    durante a fase pré-temporada&lt;sup&gt;[7]&lt;/sup&gt;. Dentro deste contexto, cabem os    achados de Souza et al.&lt;sup&gt;[12]&lt;/sup&gt; , que, num estudo comparativo,    observaram dores articulares em pelo menos um dos ombros em grande parte dos    atletas de alto nível avaliados, o que não foi encontrado com a tanta    freqüência nos indivíduos que nadavam de 2 a 3 vezes por semana.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       A expressão "ombro de nadador" foi descrita pela primeira vez em 1974    para designar um quadro doloroso causado por sucessivos estresses na região    da cintura escapular durante o nado. Atualmente, a maioria dos estudos ainda    demonstra que, em média, 65% dos nadadores queixam-se de dor nesta área&lt;sup&gt;[2,7,11,12,13,15,19]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Apesar de a natação apresentar baixo risco traumático, seu próprio gesto    esportivo pode contribuir para o aparecimento de lesões, principalmente se    este não for orientado corretamente. Condições como trabalhar com o membro    superior constantemente elevado, agregando padrões repetidos de rotações    interna e externa, somados ainda à resistência imposta pela água,    predispõem o ombro a sofrer microtraumas por sobrecarga&lt;sup&gt;[2,6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Em 2004, Busso&lt;sup&gt;[2]&lt;/sup&gt; descreveu em seu estudo que o MR é uma estrutura    que possui um papel crucial durante todo o ciclo das categorias &lt;i&gt;crawl&lt;/i&gt;,    borboleta e costas, da seguinte maneira: o supra-espinhal realiza tração,    roda externamente e abduz o ombro na recuperação nos estilos &lt;i&gt;crawl&lt;/i&gt; e    costas; o infra-espinhal estabiliza a articulação no início da    recuperação nos modos &lt;i&gt;crawl&lt;/i&gt; e borboleta; o subescapular realiza    tração, rotação interna nos estágios de propulsão, e adução do braço    submerso nos nados &lt;i&gt;crawl&lt;/i&gt; e borboleta; e o redondo menor age como    estabilizador em todas as etapas .&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Para Cohen et. al.&lt;sup&gt;[14]&lt;/sup&gt;, o nado borboleta é o que mais representa    riscos ao complexo do ombro, uma vez que o úmero roda internamente de 70 a    120º ao mesmo tempo em que se sustenta em abdução.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Cohen e&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Abdalla&lt;sup&gt;[15]&lt;/sup&gt;, porém, relataram mais recentemente que    durante a fase de tração do &lt;i&gt;crawl&lt;/i&gt;, o braço também adota uma    posição de desvantagem ao sair de uma adução com rotação interna para,    em seguida, entrar em uma abdução.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Maglischo&lt;sup&gt;[16]&lt;/sup&gt; confirma esta tese quando sugere que o ombro faz uma    rotação interna excessiva sempre que o nadador estende o braço contra a    força da água para emergi-lo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Yanai et. al.&lt;sup&gt;[17]&lt;/sup&gt;, por sua vez, observando as orientações do    membro superior durante o nado &lt;i&gt;crawl&lt;/i&gt;, atestaram que o maior pico de    sobrecarga recai sobre o ombro no momento em que há elevação máxima do    braço (para que o mesmo entre na água) e quando o ângulo de rotação    interna ultrapassa seu limite normal de amplitude ativa, o que ocorre na fase    de recuperação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Dessa maneira, conclui-se, então, que séries de rotações internas    máximas, tanto na fase de tração do &lt;i&gt;crawl&lt;/i&gt;, como na fase de    recuperação dos nados &lt;i&gt;crawl&lt;/i&gt; e borboleta, prejudicam o ombro, podendo    causar dor e desgaste articular&lt;sup&gt;[2,7,15,17]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Na natação, diferente do que acontece em outros esportes, grande parte das    injúrias é procedente dos treinos e não das disputas em si. Nessas    circunstâncias, os mecanismos supracitados passam a ser ainda mais    prejudiciais na medida em que são executados incessantemente durante os    treinamentos, sem tempo para descanso e reparo das estruturas envolvidas,    deixando-as mais vulneráveis a lesões&lt;sup&gt;[6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Estudos destacam que a combinação entre &lt;i&gt;overtrainning&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;overuse&lt;/i&gt;    é muito observada em nadadores durante o estágio de pré-competição, o que    favorece o desencadeamento de traumas, visto que intensos treinamentos com    cargas excessivas de trabalho, em busca de melhores resultados, podem levar o    esportista à exaustão prematura e, conseqüentemente, provocar    compensações indesejáveis&lt;sup&gt;[2,6]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Sabendo-se que 90% da força de propulsão dos nadadores estão nos braços, a    fadiga torna-se um elemento agravante, pois, os músculos ativos, além de    serem exigidos dinamicamente em potência e resistência, também precisam    cumprir um papel estático para preservar a estabilidade articular&lt;sup&gt;[2,6,18]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       A partir disso, um ciclo vicioso é provocado, quando o nadador, na tentativa    de se manter com o mesmo condicionamento físico, passa a fazer uso de gestos    compensatórios. Porém, o resultado é adverso, uma vez que condutas    inapropriadas despertam desequilíbrios musculares, incoordenação de    movimentos, disfunção escapulotorácica e mau alinhamento dos membros,    podendo o atleta experimentar um declínio significativo em seu desempenho&lt;sup&gt;[6,18]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       Músculos e tendões em pressões constantes estão propensos a desenvolver    microtraumas cumulativos. Em atletas competitivos de natação, essas    agressões ocorrem, em particular, sobre o supra-espinhal e a cabeça longa do    bíceps braquial, tendo, na maioria das vezes, como causa primária a    instabilidade glenoumeral passiva (decorrente de lassidão ligamentar) ou    transitória (decorrente da fadiga dos músculos estabilizadores)&lt;sup&gt;[6,11,12,13]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;       A irritação e a inflamação músculo-tendínea, quando recorrentes, e mal    tratadas, podem vir a se transformar em lesões crônicas degenerativas. A    cronicidade desorganiza a sincronia dos grupos musculares, enfraquece a    relação agonista-antagonista, e, assim, reduz a força do membro afetado.    Todo esse processo patológico torna iminente a chance de lacerações,    rupturas e conseqüente desenvolvimento da SI, modificando a mobilidade da    cintura escapular e aumentando a incidência de dor no ombro, o que,    nitidamente, limita o rendimento do atleta&lt;sup&gt;[4,6,13,18]&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd149/sindrome-do-impacto-em-nadadores.htm"&gt;Retirado daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/font&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-475689660671822654?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
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	<source url="http://fisioterapianosesportes.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Desportiva</source>
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	<pubDate>Fri, 11 May 2012 06:11 GMT</pubDate>

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	<title>Alterações urogenitais no climatério</title>
	<description>Os grandes avanços no conhecimento médico e nas condições   sócio-econômicas das últimas décadas aumentaram a expectativa de vida,   fazendo com que mais mulheres cheguem à menopausa, passando parte   expressiva de suas vidas na pós-menopausa. Nos países desenvolvidos a   expectativa de vida das mulheres está em torno de 79 anos (Hammond,   1996) e, no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e   Estatística, em torno de 72 anos (IBGE, 2000). Assim, surge a   necessidade de compreender e evitar as conseqüências do hipoestrogenismo   nos vários sistemas do organismo (Rodrigues de Lima et al, 1981;   Valente, 1987; Baracat et al, 1989 e 1991; Bent, 1991).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A perda   de função do ovário leva a alterações metabólicas, atróficas e clínicas,   decorrentes da deficiente síntese de hormônios pelo ovário (Rodrigues   de Lima e Baracat, 1995). Vários órgãos e sistemas são afetados com   impacto variável na qualidade de vida; assim pode-se considerar o   climatério como verdadeira endocrinopatia (Ettinger, 1987).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Numerosos   sintomas são observados nesse período. Dentre os de aparecimento mais   precoce citam-se os vasomotores, que acometem 70% a 80% das pacientes.   Com o tempo, o hipoestrogenismo associa-se a alterações atróficas da   pele, das mamas, dos órgãos genitais externos e internos e do trato   urinário (Ingelman-Sundberg et al, 1981; Bent et al,1983; Iosif e   Bekassy, 1984; Ribeiro et al, 1989).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acredita-se que vários   sintomas decorrem dessas alterações, tais como a secura vaginal, a   dispareunia, o sangramento ao coito (Barber, 1988) e as infecções do   trato urinário (Brandberg et al, 1987; Wells et al, 1987; Ribeiro et al,   1989; Baracat, 1992; McGuire e DeLancey, 1993; Baracat et al, 1997).   Até recentemente admitia-se que as urgências miccionais e a   incontinência urinária estavam relacionadas com o hipoestrogenismo e que   melhorariam com a administração de estrogênios, contudo recentes dados   do estudo denominado WHI trouxeram novos fatos, lançando dúvidas a   respeito deste paradigma (Hendrix et al, 200520).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Stenberg et al   observaram queixa de ressecamento vaginal em 43%, ardor vaginal em 10% e   dispareunia em 41% das mulheres com 61 anos ou maismente ativa.6 No   Brasil, Pelegrin et al (1997)descreveram 31% de dispareunia.&lt;br&gt;A   prevalência dos sintomas urogenitais foi estimada por Iosif e Bekassy   (1984), ao analisarem 902 mulheres com 61 anos, em 48,8% de queixas   urogenitais; 29,2% tinham incontinência e 13% episódios recorrentes de   infecção. No estudo WHI identificou-se incontinência urinária em 64% das   pacientes no início do estudo, tal cifra pode ser justificada pela   definição utilizada de incontinência urinária (qualquer episódio de   perda no último ano) (DuBeau, 2005; Hendrix et al, 2005).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo   Bent et al (1983), de 100 mulheres na pós-menopausa com sintomas de   urgência miccional, urge-incontinência, noctúria, polaciúria, sensação   de esvaziamento incompleto e incontinência urinária aos esforços, 41%   eram por hipoestrogenismo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Muitas mulheres na pós-menopausa   acreditam que a incontinência urinária é inerente à idade, não sendo   passível de tratamento (Ouslander et al, 1982; Rubin, 1990). Outras se   sentem constrangidas pela afecção e omitem seus sintomas dos familiares e   dos médicos (Staskin et al, 1988; Fernandes et al, 1990; Summitt e   Bent, 1991). Ainda assim, existem aquelas que procuram atendimento   médico, porém, esbarram no custo ou na desinformação a respeito dos   recursos diagnósticos e, não é raro receberem apenas tratamentos   paliativos (Ouslander et al, 1982; Starer e Libow, 1985).&lt;br&gt;&lt;br&gt;As   pacientes mais idosas podem sofrer graves seqüelas que advêm da perda de   urina constante, tais como escaras e celulites (Rubin, 1990). É causa   freqüente de internação em casas de repouso (Ouslander et al, 1982),   onde se constata elevada incidência consoante vários autores (Ouslander   et al., 1982; Mohr et al., 1983; Brocklehurst, 1990; National Institutes   of Health, 1989 e 1990; Lee et al, 1991).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em pacientes   previamente incontinentes, ocorre nítida piora dos sintomas com a queda   na produção estrogênica, a qual acentua as distopias existentes. Assim,   as lesões do assoalho pélvico podem permanecer ocultas até que a   deficiência estrínica e o envelhecimento precipitem o prolapso dos   órgãos pélvicos (Hirschi et al, 1991).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com o envelhecimento a   uretra fica rígida, o epitélio delgado e friável. A eversão da sua   mucosa origina a carúncula muitas vezes confundida com tumores. Por sua   vez, o músculo detrusor sofre marcada trabeculação, com formação de   pseudo-divertículos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A infecção do trato urinário é mais   freqüente na pós-menopausa; decorre das alterações na flora vaginal   (diminuição de lactobacilos e aumento do pH) e de provável deficiência   imunológica local e de maior aderência bacteriana ao urotélio (Karafin,   1988; Bent, 1991). Há evidências de que os esteróides gonadais possuem   efeitos sobre as respostas imunes celular e humoral. Enquanto os   androgênios e progestogênios deprimem a resposta imune, os estrogênios   podem melhorá-la (Verthelyi e Klinman, 2000). &lt;br&gt;&lt;br&gt;A diminuição da   função ovariana está, também, associada a maior produção de citocinas   pró-inflamatórias, diminuição das células NK e aumento dos linfócitos B e   T, enquanto a tertapia estrogência  diminui a produção de citocinas   pró-inflamatórias e resgata o perfil dos linfócitos à condição da   pré-menopausa (Kamada et al, 2000)&lt;br&gt;A prevalência da infecção do trato   urinário baixo aumenta com a idade, sendo 5% entre 45 a 54 anos, 10%   entre 55 a 54 anos e 15% acima de 65 anos de idade. Recentemente, Barlow   et al., estudando o envelhecimento genital em mulheres européias,   encontrou prevalência de infecção do trato urinário em 12,5% nas   italianas, 10,2% nas francesas, 5,3% nas dinamarquesas, 5,4% nas   holandesas, 5,4% nas alemães, 4,5% nas inglesas (Barlow et al, 1997).   Nestes países as infecções do trato urinário baixo são causas freqüentes   de internação das mulheres climatéricas em casas de repouso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Estudos   epidemiológicos mostram que terapia de reposição hormonal promove   aumento dos linfócitos B, proliferação dos linfócitos T, redução da   interleucina, fator de necrose tumoral e elevação no fator estimulador   da colonização de macrófagos (Porter et al, 2001). &lt;br&gt;&lt;br&gt;O Comitê de   Terapia Urogenital e Hormônio da I.U.G.A. (2001) publicou revisão   sistematizada sobre estrogênios para pacientes com infecção urinária   recorrente. Descreveram que a administração de estrogênios é efetiva na   prevenção dos episódios de recidiva em mulheres na pós-menopausa.   Assinalaram não haver dados suficientes para estabelecer qual o melhor   estrogênio, assim como não ser possível ainda estabelecer os efeitos dos   fitoestrogênios e dos SERMS (moduladores seletivos de receptores de   estrogênio) (Cardozo et al, 2001). &lt;br&gt;&lt;br&gt;A origem embriológica do   trato urinário está intimamente relacionada com a do trato genital, o   que nos leva a suspeitar da suscetibilidade aos esteróides sexuais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os   efeitos da deficiência estrogênica assumem grande relevância ao   envolverem vários elementos responsáveis pela continência urinária, tais   como a mucosa uretral, os receptores alfa-adrenérgicos da uretra, o   colágeno do assoalho pélvico e os vasos peri-uretrais (Faber e   Heidenreich, 1977; Walter et al, 1978; Rud, 1980a; Rud et al, 1980;   Beisland et al, 1984; Bump e Friedman, 1986; Tapp e Cardozo, 1986;   Cardozo, 1990).&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tecido colágeno desempenha papel fundamental na   continência urinária, pois participa da formação dos ligamentos e   fáscias responsáveis pela sustentação e suspensão dos órgãos pélvicos,   representando 30% do total protéico do organismo, sendo, assim, a   proteína mais comum do corpo humano (Nimni, 1983).&lt;br&gt;&lt;br&gt;É sintetizado   pelos fibroblastos, com   padrão constante em todas as espécies animais, ou seja, mantendo o   aminoácido glicina a cada três posições. Isso faz com que a configuração   da proteína seja helicoidal. As cadeias são estabilizadas por outros   aminoácidos, como prolina e hidroxiprolina, e por pontes de hidrogênio,   formando ligações estáveis (Nimni, 1983; Norton, 1993).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Descrevem-se,   atualmente, mais de 18 tipos de colágeno (Myers et al, 1997), porém os   mais estudados são os tipos I, II e III (Kuhn, 1985).&lt;br&gt;&lt;br&gt;O colágeno   tipo I, o mais comum, é constituído por duas cadeias alfa-1 (tipo I) e   uma alfa-2, e é encontrado principalmente nos ligamentos, nas fáscias e   nos tendões. Forma as fibras grossas e fortes, conferindo resistência à   estrutura que o contém.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tipo II apresenta três cadeias alfa-1   (tipo II), e é o componente das cartilagens, dando força, mas não   flexibilidade ao tecido.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Já o tipo III, composto por três cadeias   idênticas alfa-1 (tipo III), forma as fibras mais finas e organizadas.   É, em geral, encontrado junto com o tipo I, em proporções variadas,   prevalecendo nos locais que necessitam de boa flexibilidade, tais como   pele, aorta, pulmão, útero; também existe nas fáscias e ligamentos   (Bergman et al., 1994).&lt;br&gt;Stumpf et al (1976) sugeriram haver estreita   relação entre a produção de colágeno e os níveis de estrogênios, uma vez   que encontraram receptores estrogênicos nos fibroblastos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Brincat   et al (1985) relataram haver alteração no metabolismo do colágeno na   pós-menopausa. Tal fato assume importância crucial nas mulheres   incontinentes, pois estas já possuem menor quantidade de colágeno do que   as continentes (Girão et al, 1998).&lt;br&gt;&lt;br&gt;A influência estrínica sobre   o tecido conjuntivo parece ser diferente nos vários órgãos. "In vivo", o   estrogênio reduz a produção de colágeno pelas células mesangiais do rim   (Neugarten e Silbiger, 1995; Kwan et al., 1996), bem como a sua síntese   e acúmulo na parede vascular de ratas e coelhas (Fischer et al., 1981;   Fischer e Swain, 1985). &lt;br&gt;A distribuição de colágeno e de elastina nas   várias camadas da bexiga varia de acordo com as suas funções no   mecanismo de micção (Murakumo et al, 1995). Assim, na lâmina própria da   bexiga observam-se, na camada mais superficial, fibras colágenas densas,   que funcionam como suporte do epitélio. Na parte média, existem colunas   de fibras dispostas em várias direções, que suportam as forças   mecânicas. Na porção mais profunda, as fibras são mais largas, e   acomodam as alterações de estiramento e compressão (Phillips e Davies,   1980; Levy e Wigth, 1990; Murakumo et al, 1995). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Sabe-se que a   perda da complacência vesical pode determinar várias alterações   urinárias, como urgência, incontinência, refluxo vésico-ureteral,   hidronefrose, entre outras (Baskin et al, 1993a). Ocorre por alteração   na matriz extracelular da lâmina própria da bexiga, com aumento do   colágeno (Ewalt et al, 1992). A deposição de fibras colágenas no   detrusor altera a contratilidade da bexiga, acarretando sintomas   urinários (Susset et al, 1978; Baskin et al, 1993b).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como já foi   mencionado, os ligamentos e os músculos do assoalho pélvico são   estruturas de grande importância na manutenção da estática do útero, da   bexiga e da junção uretrovesical, portanto, na manutenção da continência   urinária (DeLancey e Starr, 1990; Handa et al, 1996). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Comparando   a quantidade de colágeno no paramétrio e na cúpula vaginal, Takano et   al (2003) notaram menor quantidade em mulheres com prolapso uterino do   que em outras sem prolapso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quanto à incontinência urinária de   esforço, diversos autores estudaram as variações do colágeno em relação à   idade e ao estado menopausal (Ulmsten et al, 1987; Rechberger et al,   1993; Bergman et al, 1994; Falconer et al, 1994; Keane et al, 1997;   Falconer et al, 1998a, b).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ulmsten et al (1987) detectaram   diminuição de 25% do colágeno do ligamento redondo e de 40% do da pele   de mulheres incontinentes em relação às continentes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Observaram   Hassager et al (1990) aumento dos níveis séricos do peptídeo   aminoterminal do pró-colágeno tipo III após a administração de   estrogênio e de progesterona a mulheres na pós-menopausa. Demonstraram,   assim, que esses hormônios aumentam a produção de colágeno tipo III, a   partir do pró-colágeno que perde a cadeia aminoterminal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Bergman   et al (1994) observaram que as mulheres com incontinência urinária de   esforço e prolapso genital tinham concentrações menores de colágeno tipo   III nos ligamentos uterossacrais e redondos, bem como na pele do   períneo. No entanto, a quantidade de colágeno total não diferiu daquela   dos grupos sem perda urinária, com ou sem prolapso genital. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Em   nosso meio, Sartori et al (2003) demonstraram que em ratas castradas, a   reposição estrogênica isolada diminui a quantidade de colágeno e aumenta   o número de fibras musculares no detrusor e na camada muscular da   uretra. A associação estrogênio-progestogênio diminui o colágeno e   aumenta as fibras musculares no detrusor (Figuras 3 e 4). Extrapolando   esses resultados para mulheres, eles sugerem-se que a reposição hormonal   melhore a atividade uretral. Corroborando esse achado, Jackson et al   (2002) descreveram a perda de colágeno no epitélio vaginal de mulheres   com incontinência urinária após 6 meses de uso de estradiol. Assim,   podemos supor que a estrogenioterapia pode melhorar a complacência e a   elasticidade dos tecidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Um conceito clássico, que necessita ser   revalidado, é que os estrogênios aumentam o número e a sensibilidade   dos receptores alfa-adrenérgicos, assim como o potencial de membrana e   bloqueiam a recaptação extraneuronal de catecolaminas, elevando, dessa   forma, o tônus do esfíncter uretral (Schreiter et al, 1976; Beisland et   al, 1984; Callahan e Creed, 1985). Em estudo experimental com ratas, não   conseguimos confirmar esta afirmação.&lt;br&gt;         A mucosa uretral   também contribui para a continência pela sua coaptação, ao produzir um   efeito selante da uretra. Sabe-se, contudo que as mucosas vesical e   uretral, à semelhança da vaginal, sofrem influência estrogênica. A   propósito, diversos pesquisadores descreveram alterações no epitélio do   trato urinário baixo, consoante o estado hormonal (Hundley et al, 1935;   Del Castilho, 1948; Streitz, 1963; Faber e Heidenreich, 1977; Zinner et   al, 1980; Suguita et al, 2000). &lt;br&gt;&lt;br&gt;A partir do estudo de Berkow   (1953) o plexo venoso peri-uretral passou a ser estudado. Como se sabe, a   rede vascular da uretra é importante para manter a continência urinária   (Enhörning, 1961), pois responde por cerca de um terço da pressão   uretral (Rud et al, 1980). Ademais sofre marcante influência   estrogênica, sobretudo em sua porção proximal (Raz et al, 1972; Faber e   Heidenreich, 1977; Iosif et al, 1981; Beisland et al, 1984; Huisman,   1989; Forsberg, 1995).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em nosso meio, Endo et al (2000) estudaram   a ação dos esteróides sexuais no número de vasos peri-uretrais em ratas   adultas castradas e observaram aumento significativo após reposição   hormonal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Jármy Di Bella et al (2000), avaliando os vasos   peri-uretrais em mulheres na pós-menopausa e no menacme, com e sem   incontinência urinária de esforço, pela dopplervelocimetria, notaram que   o número de vasos, a diástole mínima e o pico sistólico foram menores   nas mulheres incontinentes na pós-menopausa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com a utilização do   estudo urodinâmico, identificou-se queda nos valores da pressão de   fechamento uretral com o avançar da idade (Henriksson et al, 1979; Rud,   1980a; Bhatia e Ostergard, 1982; Valente, 1987; Sorensen, 1988; Gillon   et al, 1989; Diokno, 1990). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Já Öbrink et al (1977) não   registraram diferenças entre o comprimento funcional da uretra de   mulheres no menacme ou na pós-menopausa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em nosso meio,   Wakawaiachi et al (2000) encontraram diminuição da pressão máxima de   fechamento uretral em mulheres incontinentes com mais de cinco anos após   a menopausa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Assim, a alta prevalência dos distúrbios urinários em mulheres na pós-menopausa justifica todos os esforços   para a sua melhor compreensão, tratamento e profilaxia, buscando insistentemente melhor qualidade de vida.&lt;br&gt;Os   resultados da terapia das alterações urogenitais da pós-menopausa com   estrogênios são controversos, pois os critérios de avaliação, os tipos   de hormônios empregados, as vias de administração e as doses são deveras   variados (Sartori et al, 1995).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Molander et al (1991)   ministraram estriol por via oral e comprovaram melhora ou cura clínica   em 50% das pacientes com incontinência de esforço, em 18% dos com bexiga   hiperativa (antigamente denominada de instabilidade do detrusor) e em   50,7% das mulheres com incontinência urinária mista.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por outro   lado, Wilson et al (1987) e Cardozo (1990) não registraram respostas   clínicas satisfatórias ao tratarem suas pacientes com estradiol ou   placebo. Cardozo (1990), no entanto, notou diminuição da descida do colo   vesical à videouretrocistografia, embora sem melhora clínica, com o   tratamento hormonal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Diversos autores obtiveram melhora clínica   significante, além de aumento na pressão uretral e na taxa de   transmissão da pressão abdominal à uretra, após a estrogenioterapia por   via vaginal em mulheres com incontinência urinária (Hilton e Stanton,   1983; Beisland et al, 1984; Sacco et al, 1990).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fantl et al   (1994), em revisão sistematizada da literatura, concluíram que, em 64%   das pacientes com incontinência urinária de esforço, o tratamento com   estrogênio melhora o quadro clínico, qualquer que seja o tipo, a dose, o   tempo e as vias de administração.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sartori et al (1995)   observaram que a terapêutica estroprogestativa de mulheres na   pós-menopausa com incontinência urinária de esforço promoveu melhora   clínica significativa, bem como aumento da capacidade vesical, do fluxo   urinário médio e da pressão máxima de fechamento uretral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;             Quanto aos vasos peri-uretrais, Girão et al (2003) demonstraram   nítido aumento do seu número, do pico sistólico, da diástole mínima,   assim como forte tendência na diminuição do índice de resistência nesse   território, com a reposição estrogênica em mulheres na pós-menopausa. &lt;br&gt;&lt;br&gt;             Por fim, cumpre analisarmos as evidências mais recentes a   respeito da efetividade da terapia hormonal para a incontinência   urinária. Temos dois grande estudos randomizados, prospectivos e   multicêntricos, o HERS e o WHI, que relataram maior risco de   aparecimento de incontinência em mulheres usando terapia hormonal. Por   outro lado, em recente revisão sistemática com meta-análise, o centro   Cochanne concluir existir evidência de melhora da incontinência (tanto   de esforço quanto urge-incontinência) com terapia estrogênica (Grady et   al, 2001; Hendrix et al, 2005; Moehrer et al, 2005). &lt;br&gt;&lt;br&gt;               Sobre os estudos HER e WHI deve-se considerar que os mesmos não foram   desenhados com a finalidade de avaliar os efeitos da terapia hormonal na   continência urinária e, portanto, os critérios de inclusão não foram   voltados para homogenizar os grupos quanto aos fatores de risco para a   incontinência, tais como paridade, número de partos vaginais, peso dos   recém-nascidos e existência de distopias e de lesões do assoalho pélvico   entre outros. Por sua vez, a meta-análise do centro Cochrane, avaliou   pequeno número de pacientes, o que confere maior possibilidade de falha.   Possivelmente, os dados controversos por vezes observados, decorram de   respostas diferentes das várias pacientes. No futuro talvez se possa   determinar quais mulheres se beneficiarão desta terapêutica e qual o   melhor momento para iniciá-la, levando-se em conta a progressiva   diminuição do número de receptores causada pela deficiência estrínica. &lt;br&gt; &lt;br&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br&gt;&lt;br&gt;ALDRIGHI   JM - Distúrbios urogenitais da mulher menopausada: fisiopatologia e   aspectos clínicos. J. Bras. Ginecol., 102: 3-6, 1992. &lt;br&gt;&lt;br&gt;BARACAT EC   - Distúrbios urogenitais da mulher menopausada: tratamento da atrofia   urogenital. J. Bras. Ginecol., 102: 9-10, 1992. &lt;br&gt;&lt;br&gt;BARACAT EC, HAIDAR MA, RODRIGUES DE LIMA G - Síndrome do climatério. Ars Curandi, 22:26-31, 1989.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BARACAT EC, HAIDAR MA, RODRIGUES DE LIMA G et al. - Síndrome do climatério: aspectos atuais. Ars Curandi, 24: 9-16, 1991.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;BARACAT   EC, SARTORI MGF, HAIDAR MA, GIRÃO MJBC et al. - Alterações urogenitais   no climatério. In: GIRÃO MJBC, RODRIGUES DE LIMA G, BARACAT EC -   Uroginecologia. 1ª ed., São Paulo, Ed. Artes Médicas, 1997. p. 91-8.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BARBER HRK - Gynecologic problems. In: ESKIN BA (ed). The menopause: comprehensive management. Mc Millan. New York, 1988. p137.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Barlow   DH, Samsioe G, Van Geelen JM. Astudy of European women, experience of   the problems of urogenital ageing and its management. Maturitas 1997;   27:239-47.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BATES P, BRADLEY WE, GLEN E et al. - The   standardization of terminology of lower urinary tract function. J.   Urol., 121: 551-4, 1979.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BATRA SC, BJELLIN L, IOSIF CS et al. -   Effect of oestrogen and progesterone on the blood flow in the lower   urinary tract of the rabbit. Acta Physiol. Scand., 123: 191-4, 1985.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BATRA   SC, BJELLIN L, SJÖGREN C et al. - Increases in blood flow of female   rabbit urethra following low doses estrogens. J. Urol., 136: 1360-2,   1986.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BATRA SC &amp; IOSIF CS - Female urethra: a target for estrogen action. J. Urol., 129: 418-20, 1983.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BATRA SC &amp; IOSIF CS - Progesterone receptors in the female lower urinary tract. J. Urol. 138: 1301-4, 1987.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;BEISLAND   HO, FOSSBERG E, MOER A et al. - Urethral sphincteric insufficiency in   postmenopausal females: treatment with phenylpropanolamine and estriol   separately and in combination. Urol. Int., 39: 211-6, 1984.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BENT   AE - Geriatric Urogynecology. In: Ostergard DR &amp; BENT AE -   Urogynecology and urodynamics: theory and practice. 3.ed. Baltimore,   Williams &amp; Wilkins, 1991. p. 518-31. &lt;br&gt;&lt;br&gt;BERGMAN A, ELIA G,   CHEUNG D et al. - Biochemical composition of collagen in continent and   stress urinary incontinent women. Gynecol. Obstet. Invest., 37: 48-51,   1994.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BERKOW SG &amp; AMBOY P - The corpus spongeosum of the   urethra: its possible role in urinary control and stress incontinence in   women. Am. J. Obstet. Gynecol., 65: 346-8, 1953.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BHATIA NN &amp; OSTERGARD DR - Urodynamics in women with stress urinary incontinence. Obstet. Gynecol.,60: 552-9, 1982.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BLACK MM, SHUSTER S, BOTTOMS E – Osteoporosis, skin collagen, and androgen. Br. Med. J., 4: 773-4, 1970.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;BLAIVAS JG &amp; OLSSON CA - Stress incontinence: classification and surgical approach. J. Urol.,139: 727-31, 1988. &lt;br&gt;&lt;br&gt;BRANDBERG   A, MELLSTRÖM D, SAMSIOE G - Low dose oral estriol treatment in elderly   women with urogenital infections. Acta Obstet. Gynecol. Scand. Suppl.,   140: 33-8, 1987.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BRINCAT M, MONIZ CF, KABALAN S et al. - Decline   in skin collagen content and metacarpal index after the menopause and   its prevention with sex hormone replacement. Br. J. Obstet. Gynaecol.,   94: 126-9, 1987a.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BRINCAT M, MONIZ CF, STUDD JWW et al. - Sex   hormones and skin collagen content in postmenopausal women. Br. Med. J.,   287: 1337-8, 1983.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BRINCAT M, MONIZ CJ, STUDD JWW et al. -   Long-term effects of the menopause and sex hormones on skin thickness.   Br. J. Obstet. Gynaecol., 92: 256-9, 1985.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BRINCAT M, VERSI E,   MONIZ CF et al. - Skin collagen in postmenopausal women receiving   different regimens of estrogen therapy. Obstet. Gynecol., 70: 123-7,   1987b.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BROCKLEHURST JC - Urinary incontinence in old age: helping   the general practitioner to make a diagnosis. Gerontology, 36: 3-7,   1990.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BUMP RC &amp; FRIEDMAN CI - Intraluminal urethral pressure   measurements in the female baboon: effects of hormonal manipulation. J.   Urol., 136: 508-11, 1986.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CALLAHAN SM &amp; CREED KE - The   effects of oestrogens on spontaneous activity and responses to   phenylephrine of the mammalian urethra. J. Physiol., 358: 35-46, 1985.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CARDOZO L - Role of estrogens in the treatment of female urinary incontinence. J. Am. Geriatr. Soc., 38: 326-8,1990.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CARDOZO   L, LOSE G, McCLISH D et al. – A systematic review of estrogens for   recurrent urinary tract infections: third report of the hormones and   urogenital therapy (HUT) committee. Int. Urogynecol. J., 12: 15-20,   2001.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CARLILE A, DAVIES J, FARAGHER E et al. - The epithelium in the female urethra: a quantitative study. J. Urol., 138: 775-7, 1987.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CARLILE A, DAVIES J, RIGBY A et al. - Age changes in the human female urethra: a morphometric study. J. Urol., 139: 532-5, 1988.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;CENTERS   FOR DISEASE CONTROL - Perspectives in disease prevention and health   promotion: urinary incontinence among hospitalized persons aged 65 years   and older. MMWR- Morb. Mort. Wkly Rep., 40: 433-6, 1991.&lt;br&gt;&lt;br&gt;DEL   CASTILLO EB, ARGONZ J, MAININI CG - Cytological cycle of the urinary   sediment and its parallelism with the vaginal cycle. J. Clin.   Endocrinol.,   8: 76-87, 1948.&lt;br&gt;&lt;br&gt;DEL CASTILLO EB, ARGONZ J, MAININI CG - Smears   from the female urethra and their relationship to smears of the urinary   sediment. J. Clin. Endocrinol. 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Scand., 77:87-94, 1998a.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FALCONER C, EKMAN-ORDEBERG G,   BLOMGREN B et al. - Paraurethral connective tissue in stress-incontinent   women after menopause. Acta Obstet. Gynecol. Scand., 77:95-100, 1998b.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FALCONER   C, EKMAN-ORDEBERG G, ULMSTEN U - Decreased collagen synthesis in   stress-incontinent women. Obstet. Gynecol., 84: 583-6, 1994.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FALCONER   C, EKMAN-ORDEBERG G, ULMSTEN U et al. - Changes in paraurethral   connective tissue at menopause are counteracted by estrogen. Maturitas,   24: 197-204, 1996.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FANTL JA, CARDOZO L, McCLISH DK - THE HORMONES   AND UROGENITAL THERAPY COMMITTEE - Estrogen therapy in the management   of urinary incontinence in postmenopausal women: a meta-analysis. First   report of the hormones and urogenital therapy committee. Obstet.   Gynecol., 83:12-8, 1994.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FANTL JA, WYMAN JF, ANDERSON RL et al. -   Postmenopausal urinary incontinence: comparison between   non-estrogen-supplemented and estrogen-supplemented women. Obstet.   Gynecol., 71: 823-8, 1988. &lt;br&gt;&lt;br&gt;FERNANDES CE, MORITA MH, FERREIRA JAS   et al. - Abordagem dos distúrbios do trato urinário na mulher   pós-menopausada. Rev. Paul. Med., 108: 230-5, 1990.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FISCHER GM,   CHERIAN K, SWAIN ML - Increased synthesis of aortic collagen and elastin   in experimental atherosclerosis. Inhibition by contraceptive steroids.   Atherosclerosis, 39: 463-7, 1981.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FISCHER GM &amp; SWAIN ML -   Effects of estradiol and progesterone on the increased synthesis of   collagen in atherosclerotic rabbit aortas. 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	<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:52 GMT</pubDate>

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	<title>Joelho, um grande problema no Basquete</title>
	<description>&lt;br&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://lnb.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lesao-joelho.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-6138" title="lesao-joelho" src="http://lnb.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lesao-joelho.jpg" alt="lesao-joelho" height="190" width="283"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;O basquete é uma das modalidades esportivas onde podem ocorrer mais lesões por ser um esporte dinâmico e de muito contato físico. Poderia citar várias, mas vou escrever apenas sobre a articulação do joelho, por ser uma articulação que tem alta freqüência de entorses.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O joelho tem uma importância muito significativa para os movimentos corporais. Ele é composto pelos ossos fêmur (coxa), tíbia (perna), patela (antigamente chamada de rótula), por ligamentos (colaterais e cruzados) e pelos meniscos (que absorvem o impacto do nosso corpo). Essas estruturas, quando lesionadas, impedem que o atleta tenha bom desempenho desportivo para alcançar seus objetivos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os ossos do joelho são conectados uns aos outros através de ligamentos e cápsulas articulares. Eles agem unindo os ossos para manter a estabilidade da articulação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma lesão ligamentar, por exemplo, pode afastar um jogador por vários meses, pois deve-se respeitar o processo de reestruturação e cicatrização do tecido lesionado. Caso contrário, isso poderá trazer sequelas de difícil tratamento. O tempo para cicatrização é de, aproximadamente, 60 dias. Os ligamentos podem se regenerar espontaneamente, porém, com a fisioterapia esse processo é acelerado. O retorno do atleta ás atividades vai depender do grau da lesão:&lt;p style="text-align:center"&gt;  &lt;a href="http://lnb.com.br/wp-content/uploads/2010/02/colagem_joelho.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-6141" title="colagem_joelho" src="http://lnb.com.br/wp-content/uploads/2010/02/colagem_joelho.jpg" alt="colagem_joelho" height="308" width="614"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://lnb.com.br/wp-content/uploads/2010/02/colagem_joelho.jpg" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul class="unIndentedList"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Grau 1&lt;/strong&gt;: ocorre &lt;strong&gt;lesão de apenas algumas fibras,&lt;/strong&gt; sendo capaz ainda de manter a estabilidade da articulação.&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;&lt;strong&gt; Grau 2&lt;/strong&gt;: ocorre uma &lt;strong&gt;ruptura parcial das fibras&lt;/strong&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt; Grau 3&lt;/strong&gt;: essa lesão ocorre quando há &lt;strong&gt;uma ruptura total do ligamento tornando a articulação instável&lt;/strong&gt;, onde seria necessário a &lt;strong&gt;realização de cirurgia para a reconstrução &lt;/strong&gt;do mesmo.&lt;/li&gt;  &lt;/ul&gt;&lt;br&gt;Qualquer trauma direto sobre o joelho ou uma mudança brusca de movimento (torção), pode acarretar em lesão. Em uma torção dos joelhos os meniscos podem ser afetados, como fraturas dos mesmos, tendo indicação de correção cirúrgica por vídeo artroscopia.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Sobrecarga (excesso) de treinamento pode causar inflamações (tendinites) no joelho do atleta. É de suma importância realizar fisioterapia preventiva com o fisioterapeuta para minimizar a ocorrência de lesões através de reequilíbrio muscular, ganho de flexibilidade e exercícios proprioceptivos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Sempre que o atleta sentir dores e desconforto na articulação é necessário procurar orientação médica e fisioterápica para ter diagnóstico e iniciar o tratamento o mais precocemente possível.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Escrito por: Lilian Santos  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800018281072096359-3260496342320563578?l=desportiva.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://desportiva.facafisioterapia.net/2012/05/joelho-um-grande-problema-no-basquete.html</link>
	<source url="http://fisioterapianosesportes.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Desportiva</source>
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	<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:20 GMT</pubDate>

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	<title>Efeitos da fisioterapia respiratória sobre a pressão arterial em recém-nascidos pré-termo</title>
	<description>&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;A   melhoria da assistência    pré-natal, métodos mais eficazes de monitorar   as condições    fetais, além dos avanços da nutrição, da ventilação      mecânica e da terapêutica com o surfactante exógeno vêm    contribuindo   para o aumento das taxas de sobrevida entre os recém-nascidos    com   peso de nascimento e idades gestacionais cada vez menores&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;.   Como    conseqüência, concomitantemente, houve um crescimento da   ocorrência    de seqüelas e disfunções na evolução desses      recém-nascidos (RN), gerando preocupações com a qualidade    de vida e o   desenvolvimento dos recém-nascidos pré-termo (RNPT).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Uma   das principais    características do RNPT é a instabilidade dos   sistemas de controle    hormonal e neurogênico. Dependendo de sua idade   gestacional, peso de nascimento    e dos fatores que atuaram durante sua   vida intra-uterina, esses RN podem apresentar    maior risco de   distúrbios durante o período neonatal e seqüelas    que poderão   comprometer seu desenvolvimento&lt;sup&gt;2,3&lt;/sup&gt;. Dentre as    complicações   neonatais apontadas como possíveis fatores    de risco, citam-se a   asfixia perinatal, as infecções, o uso de    ventilação mecânica e a   hemorragia peri-intraventricular.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   lesões    cerebrais no RNPT são múltiplas, e a hemorragia   peri-intraventricular    (HPIV) permanece como a lesão mais descrita e   conhecida, principalmente    a da matriz germinativa, podendo evoluir,   nos casos mais graves, para sangramento    para dentro do sistema   ventricular adjacente ou para a substância branca    periventricular. O   risco de ocorrência dessas morbidades é inversamente    relacionado com o   peso de nascimento e a idade gestacional&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;É   bem conhecido    o fato de que a HPIV ocorre com maior freqüência nas   primeiras 72    horas de vida nos RNPT com peso de nascimento inferior a   1.500 gramas. Várias    alterações na matriz germinativa podem   determinar a origem dos    processos hemorrágicos. Uma das alterações   mais estudadas    são as do fluxo sangüíneo cerebral - flutuação,      aumento e diminuição -, uma vez que os RNPT apresentam falha na      auto-regulação, ficando passivamente expostos às variações    da pressão   arterial sistêmica, o que aumenta as chances de sangramento    na tênue   rede capilar da matriz germinativa&lt;sup&gt;5,6&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   oscilações    na pressão sangüínea arterial são muito freqüentes    e   estão relacionadas à manipulação excessiva do    RN, cuidados básicos   concomitantes com inadvertidos estímulos    nocivos, aspiração de   secreções e outros procedimentos    médicos, de enfermagem e de   fisioterapia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   manobras específicas    de fisioterapia respiratória e a aspiração   endotraqueal    são procedimentos realizados rotineiramente nas unidades   neonatais em    recém-nascidos submetidos à ventilação mecânica    com o   objetivo de prevenir e/ou tratar complicações pulmonares;      entretanto, são escassos os estudos que comparam os efeitos fisiológicos      dos procedimentos fisioterapêuticos e de aspiração endotraqueal      nessa população específica&lt;sup&gt;7,8&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;A   determinação    da pressão arterial é indispensável e deve ser   realizada    freqüentemente nos RNPT sob cuidados intensivos, já que as   oscilações    na pressão arterial sistêmica são diretamente   proporcionais    às oscilações do fluxo sangüíneo cerebral nos      prematuros, pela falha do mecanismo de auto-regulação, e estão      significativamente associadas ao desenvolvimento da HPIV&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Um   programa de    tratamento fisioterapêutico bem elaborado, respeitando a   fisiologia e    fisiopatologias do RNPT de alto risco, pode prevenir   alguns dos fatores que    contribuem para o sangramento, uma vez que   reduz os episódios de hipoxemia    causadas pelo acúmulo de secreção e   suas complicações,    bem como reduz o tempo de ventilação mecânica.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Por   outro lado,    a utilização de técnicas fisioterapêuticas inadequadas      e sua conseqüente influência na estabilidade clínica geral    e nas   flutuações do fluxo sangüíneo cerebral podem    aumentar a   vulnerabilidade do RNPT à HIPV.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;O   objetivo deste    estudo foi avaliar a influência da fisioterapia   respiratória e    da aspiração endotraqueal sobre a pressão arterial   sistêmica    em RNPT submetidos à ventilação mecânica na primeira      semana de vida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;METODOLOGIA&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font&gt;O   estudo do tipo    transversal foi conduzido de forma prospectiva, no   Berçário Anexo    à Maternidade do Hospital das Clínicas da FMUSP. Os   recém-nascidos    pré-termo (idade gestacional inferior a 37 semanas)   foram incluídos    após o consentimento dos pais. Este estudo foi   aprovado pela Comissão    de Ética para Análise de Projetos de Pesquisa   da instituição.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Foram   incluídos    42 RNPT de ambos os sexos com peso de nascimento menor que   1.500 gramas que    estavam em ventilação mecânica durante a primeira   semana    de vida. Foram excluídos os recém-nascidos portadores de   malformações    congênitas graves, com síndromes genéticas, além    das   situações clínicas em que a fisioterapia respiratória    era   contra-indicada (pneumotórax não drenado, hipertensão    pulmonar,   persistência de canal arterial e coagulopatias).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;O   estudo foi desenvolvido    no período de fevereiro de 2003 a setembro   de 2004, preenchendo-se um    formulário para cada recém-nascido   incluído, por meio da    consulta de seus prontuários, sendo coletadas   as seguintes informações:    data de nascimento, tipo de parto, sexo,   idade gestacional (em semanas), peso    de nascimento (em gramas),   Boletim de Apgar de 1º , 5º o e 10º o minutos de    vida, escore Crib   (Clinical Risk Index for Babies) e os diagnósticos    clínicos, com   ênfase nas afecções respiratórias.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Os   valores da pressão    arterial sistêmica foram determinados pela medida   de pressão arterial    não-invasiva - método oscilométrico com manguito   próprio    - pelo sistema de monitorização de sinais vitais DX 2010-LCD   (Dixtal    Biomédica).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Os   procedimentos    utilizados compreenderam a associação entre os   procedimentos fisioterapêuticos    específicos - como o posicionamento   em decúbitos lateral direito    e esquerdo, a vibração manual, os   exercícios de mecânica    respiratória de apoio diafragmático - e o   procedimento de aspiração    endotraqueal. Segundo a normatização da   instituição,    precedeu ao procedimento de aspiração o aumento da   fração    inspirada de oxigênio em 10%.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Os   valores da pressão    arterial foram registrados antes do início de   cada sessão de fisioterapia    (momento A). Os RNPT receberam os   procedimentos fisioterapêuticos por    um período máximo de 10 minutos.   As mesmas variáveis foram    novamente mensuradas imediatamente após os   procedimentos fisioterapêuticos    (momento B) e após o procedimento de   aspiração endotraqueal    (momento C). Em cada recém-nascido estudado   foram efetuadas seis sessões    de fisioterapia, duas vezes ao dia. As   variáveis estudadas foram controladas    nas seis sessões de   fisioterapia. A coleta de dados foi realizada entre    o 3º e o 7º dia   de vida, que compreende o período mais crítico    da evolução dos RNPT,   justificando a escolha da primeira semana    de vida como critério de   inclusão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;O   tamanho da amostra    foi calculado considerando-se detectar uma   diferença de aproximadamente    10% nas médias da pressão arterial   sistêmica (sistólica,    diastólica e média). Para um alfa de 5% e um   poder de teste de    80%, o n calculado foi de 40 recém-nascidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Inicialmente,   os    dados foram submetidos à análise descritiva, avaliando-se a   distribuição    de cada variável estudada. Os dados nominais foram   descritos em termos    de porcentagens e proporções. A comparação de   cada    variável estudada de acordo com o momento avaliado e a evolução      entre as sessões foi feita pelo teste de medidas repetidas Anova &lt;i&gt;one-way&lt;/i&gt;    para a análise de variância. Os resultados foram considerados estatisticamente    significantes quando os valores de &lt;i&gt;p&lt;/i&gt; eram &lt;0,05. Os dados foram processados    no programa Sigma Stat&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;RESULTADOS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Em   cada recém-nascido    foram avaliadas seis sessões de fisioterapia,   totalizando 252 sessões.    As características da população estudada   estão ilustradas    na &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;id=S1809-29502008000300004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso#tab1"&gt;Tabela 1&lt;/a&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;a name="tab1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/fp/v15n3/04t1.gif"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;A   variação    das médias dos parâmetros estudados (pressão arterial   sistólica,    diastólica e média) de acordo com o momento analisado são      apresentadas na &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;id=S1809-29502008000300004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso#tab2"&gt;Tabela 2&lt;/a&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="tab2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/fp/v15n3/04t2.gif"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;As   análises    da pressão arterial sistêmica não mostraram variação      significante na comparação entre os sexos feminino e masculino;      também não foram observadas diferenças estatisticamente    significantes   conforme a idade gestacional nem o peso de nascimento. A variação      das médias das pressões sistólica, diastólica e    média, segundo a   idade gestacional e o momento estudado, é apresentada    nos &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;id=S1809-29502008000300004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso#gra1a3"&gt;Gráficos 1 a 3&lt;/a&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;a name="gra1a3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/fp/v15n3/04g1.gif"&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/fp/v15n3/04g2.gif"&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/fp/v15n3/04g3.gif"&gt; &lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;DISCUSSÃO    E CONCLUSÃO&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font&gt;O   contínuo    desenvolvimento da fisioterapia neonatal no Brasil, como   vem ocorrendo em centros    mais desenvolvidos, tem otimizado a   utilização de recursos terapêuticos    e de padrões de eficiência no   tratamento intensivo, colaborando    para a redução do tempo de   hospitalização, dos custos    e da morbidade dos recém-nascidos em   terapia intensiva.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;A   assistência    fisioterapêutica ao recém-nascido apresenta   características    próprias referentes ao peso, à imaturidade e às   doenças    prevalentes nessa população. Essas particularidades envolvem   dificuldades    que exigem cuidados especiais no que diz respeito aos   recursos fisioterapêuticos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Inúmeros      fatores intra- e extravasculares podem concorrer para o sangramento   ou o aumento    deste, dentre os quais, as convulsões, os episódios de   apnéia    e hipoxemia, a persistência do canal arterial, a ventilação      mecânica e, possivelmente, certos procedimentos, como a aspiração      traqueal e a fisioterapia respiratória&lt;sup&gt;5,11&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Foram   selecionados    como parâmetros estudados os valores da pressão   arterial sistólica,    diastólica e média por serem representativos das   oscilações    do fluxo sangüíneo cerebral nos prematuros, pela   deficiência    do mecanismo de auto-regulação, significativamente   associadas    ao desenvolvimento da HPIV. Nesse sentido, a mensuração da   pressão    sangüínea faz-se imprescindível, para verificar a influência      dos procedimentos fisioterapêuticos aqui utilizados e do   procedimento    de aspiração, sobre o fluxo sangüíneo cerebral&lt;sup&gt;9,12&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Os   valores normais    da pressão arterial sistêmica se modificam conforme a   faixa etária;    no caso dos recém-nascidos, considera-se a faixa de   normalidade da pressão    arterial sistólica os valores entre 50 e 80   mmHg, da pressão arterial    diastólica entre 30 e 45 mmHg e, da pressão   arterial média,    entre 50 e 65 mmHg&lt;sup&gt;13,14,15&lt;/sup&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Os   resultados mostram    que os valores pressóricos médios permaneceram   dentro dos intervalos    dos valores considerados fisiológicos, não   alcançando significância    estatística na comparação entre os momentos   antes (A) e    imediatamente após a fisioterapia (B). Esses resultados   mostram que as    intervenções fisioterapêuticas realizadas não podem      ser consideradas prejudiciais para os RNPT, podendo-se deduzir que os   procedimentos    fisioterapêuticos estudados não exerceram influência   sobre    a hemodinâmica cerebral e, portanto, não contribuíram para    a   ocorrência de eventos hemorrágicos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Também   não    foram observadas diferenças estatisticamente significantes na   comparação    entre os momentos antes (A) e imediatamente após a   aspiração    endotraqueal (C); apesar disso, verificou-se oscilação   maior dos    valores pressóricos com a aspiração endotraqueal, com   aumentos    médios de mais de 2 mmHg nas pressões sistólica e média    e   aumento de mais 3 mmHg na pressão arterial diastólica.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Gronlund &lt;i&gt;et    al&lt;/i&gt;.&lt;sup&gt;16&lt;/sup&gt;   sugerem que aumentos nas pressões sistólica,    diastólica e média   estão significativamente associados    ao desenvolvimento da HPIV em   recém-nascidos pré-termo. Tsuji    &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt;.&lt;sup&gt;17&lt;/sup&gt; mostraram   como o aumento da pressão arterial    média estava associado às   variações da oxigenação    intravascular cerebral em prematuros   criticamente doentes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Estes   resultados    permitem dizer que o procedimento de aspiração   endotraqueal e/ou    de vias aéreas superiores provoca oscilações   significantes    em todas as variáveis da pressão arterial, ratificando   que esse    procedimento deve ser empregado somente quando estritamente   necessário    e não deve fazer parte rotineira do atendimento   fisioterapêutico.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Resultados semelhantes    são relatados por Perlman e Volpe&lt;sup&gt;18&lt;/sup&gt;, Shah &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt;.&lt;sup&gt;19&lt;/sup&gt;    e Segar &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt;.&lt;sup&gt;20&lt;/sup&gt;,   admitindo que os efeitos cardiovasculares    da aspiração endotraqueal   não sejam somente uma resposta    fisiológica à hipoxemia. As alterações   da pressão    arterial e do ritmo cardíaco parecem ser medidas pelo   sistema nervoso    autônomo pela estimulação dos receptores simpáticos      e parassimpáticos localizados nas vias aéreas proximais pelo catéter      de aspiração. A ativação dos primeiros resultaria    em vasoconstrição   periférica e aumento da pressão    arterial, enquanto as bradiarritmias   seriam decorrentes da estimulação    do sistema parassimpático. Essas   respostas são críticas    no período neonatal, em particular nos RNPT,   já que nesses pacientes    a irrigação do cérebro torna-se &quot;pressão   passiva&quot;    em conseqüência da falta de auto-regulação do fluxo      sangüíneo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;Concluindo-se,      na população estudada, a pressão arterial sistêmica    (sistólica,   diastólica e média) permaneceu dentro de valores    fisiológicos após os   procedimentos fisioterapêuticos e de    aspiração endotraqueal. O   procedimento de aspiração    teve maior influência nas oscilações da   pressão arterial    sistêmica do que os procedimentos fisioterapêuticos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;1   Krause MF, Hoehn    T. Chest physiotherapy in mechanically ventilated   children: a review. Crit Care    Med. 2000;28:1648-51.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;2 Guyton CC. Tratado    de fisiologia médica. 8a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1991.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;3   Molteno C, Grozs    P, Wallace P, Jones M. Neurological examination of   the preterm and full-term    infant at risk for developmental   disabilities using the Dubowits neurological    assessment. Early Hum   Dev. 1995;41:167-76.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;4   Silveira RC,    Procianoy RS. Lesões isquêmicas cerebrais no   recém-nascido    pré-termo de muito baixo peso. J Pediatr. 2005;81:1-19.              [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;5 Stiller K. Physiotherapy    in intensive care: towards an evidence-based practice. Chest. 2000;118:1801-13.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;6   Sanchez MC. Hemorragia    periventricular-intraventricular: alterações   do fluxo sangüíneo    cerebral e sua relação com técnicas   fisioterápicas.    In: Ferreira ACP, Troster EJ. Atualização em terapia   intensiva    pediátrica. São Paulo: Interlivros; 1996. p.333-9.              [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;7   Flenady VJ, Gray    PH. Chest physiotherapy for babies being extubated   from mechanical ventilation.    Neonate Module of the Cochrane Database   of Systematic Reviews [citado 25    maio 2008].Disponível em: &lt;a href="http://www.nichd.nih.gov/cochraneneonatal/soll/flenady.htm" target="_blank"&gt;http://www.nichd.nih.gov/cochraneneonatal/soll/flenady.htm&lt;/a&gt;.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;8   Nicolau CM. Estudo    das repercussões da fisioterapia respiratória   sobre a função    cárdio-pulmonar em recém-nascidos pré-termo de muito   baixo    peso [dissertação]. São Paulo: Faculdade de Medicina,      Universidade de São Paulo; 2006.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;9   Volpe JJ. Intraventricular    hemorrhage and brain injury in the   premature infant: neuropathology and pathogenesis.    Clin Perinat.   1989;16:361-86.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;10 Sigma Stat:    statistical software (computer program). Version 2.0. Chicago (IL): Science;    1997.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;11   Norrenberg M,    Vincent JL. A profile of European intensive care unit   physiotherapists. Intensive    Care Med. 2000;26:988-94.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;12   Berney S, Denehy    L. The effect of physiotherapy treatment on oxygen   consumption and haemodynamics    in patients who are critically ill.   Aust J Physiother. 2003;49:99-105.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;13   Clini E, Ambrosino    N. Early physiotherapy in the respiratory   intensive care unit. Respir Med. 2005;99:1096-104.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;14   Guerra ALP.    Cuidados pós-operatórios imediatos no recém-nascido. In:      Santana MVT, editor. Cardiopatias congênitas no recém-nascido:      diagnóstico e tratamento. São Paulo: Atheneu; 2000. p.401-9.              [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;15   Kuban KCK. Hemorragia    intracraniana. In: Cloherty JP, Stark AR.   Manual de Neonatologia. 4a ed. Rio    de Janeiro: Medsi; 2000. p.533-43.              [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;16   Gronlund JU,    Korvenranta H, Kero P, Jalonen J, Valimaki IA. Elevated   arterial blood pressure    is associated with peri-intraventricular   haemorrhage. Eur J Pediatr. 1994;153:836-41.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;17   Tsuji M, Saul    JP, du Pless A, Eichenwald E, Sobh J, Crocker R, et   al. Cerebral intravascular    oxygenation correlates with mean arterial   pressure in critically ill premature    infants. Pediatrics.   2000;106:625-32.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;18   Perlman JM,    Volpe JJ. Suctioning in the preterm infant: effects on   cerebral blood flow velocity,    intracranial pressure, and arterial   blood pressure. Pediatrics. 1983;72:329-34.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;19   Shah AR, Kurth    CD, Gwiazdowski SG. Fluctuations in cerebral   oxygenation and blood volume during    endotracheal suctioning in   premature infants. J Pediatr. 1992;120:767-74.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;20   Segar JL, Merrill    DC, Chapleau MW, Robillard JE. Hemodynamic changes   during endotracheal suctioning    are mediated by increased autonomic   activity. Pediatr Res. 1993;33:649-52.            [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;&lt;a name="back"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;id=S1809-29502008000300004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso#top"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/fp/v15n3/seta.gif" border="0"&gt;&lt;/a&gt;    Endereço para correspondência&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;:&lt;b&gt;    &lt;br&gt;     &lt;/b&gt; &lt;font&gt;Carla M. Nicolau    &lt;br&gt;   R. Fidalga 764 Vila Madalena    &lt;br&gt;   05432-000 São Paulo SP    &lt;br&gt;   &lt;i&gt;e-mail&lt;/i&gt;: &lt;a href="mailto:carla.nicolau@icr.usp.br"&gt;carla.nicolau@icr.usp.br&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5275145228335071550-6563616644334299355?l=pneumologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://pneumologia.facafisioterapia.net/2012/05/efeitos-da-fisioterapia-respiratoria.html</link>
	<source url="http://fisioterapianapneumologia.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Respiratória</source>
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	<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:09 GMT</pubDate>

</item>

<item>
	<title>Importância da atuação do Fisioterapeuta na prevenção de perdas na empresa</title>
	<description>&lt;div style="text-align:center"&gt;  &lt;div style="text-align:justify"&gt;Inicialmente denominada "ginástica de   pausa", a Ginástica Laboral começou na indústria com o objetivo de dar   repouso ativo aos operários, por alguns períodos durante sua jornada de   trabalho. A primeira referência bibliográfica que se tem sobre este tipo   de experiência é um manual editado na Polônia, em 1925. Posteriormente,   surgiram também outras publicações na Holanda e na Rússia. Em 1949   surge o termo ergonomia, que configura, planeja e adapta o trabalho ao   homem, como um conjunto de conhecimentos científicos relativos ao   trabalhador, necessários para a concepção de máquinas, dispositivos e   ferramentas que possam ser utilizados com o máximo de segurança,   conforto e eficiência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align:justify"&gt;A atuação direta de um Fisioterapeuta   dentro de uma empresa, aplicando a ginástica laboral, junto com um   planejamento ergonômico adequado promove ao trabalhador uma maior   eficiência nas realizações de suas tarefas, pois, sem a atuação deste   ultimo as sessões de ginástica laboral seria apenas um paliativo   momentâneo, já que alguns minutos de alongamento e relaxamento não   seriam capazes de atuar com eficácia sobre a má postura viciosa ou   tarefas deficientemente prescritas, realizadas durante seis ou oito   horas de trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align:justify"&gt;Segundo, Venditti a incidência dos   D.O.R.T. (distúrbios ósteo - musculares relacionados ao trabalho –   tendinites) segundo a área de comprometimento em relação ao segmento   corporal atingido de acordo com dados coletados na cidade de São Paulo   (empresa Techint).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align:justify"&gt;O ombro, tronco, pernas e braço, são as regiões do corpo onde ocorrem mais freqüentemente as dores ocupacionais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align:justify"&gt;A partir desses dados Venditti   elaborou um boletim de avaliação de desempenho (BAD) do trabalhador com   queixa, posterior a um planejamento ergonômico e aplicação da ginástica   laboral, na qual, foi possível observar a melhora do desempenho e   rendimento desses funcionários.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align:justify"&gt;Quando um projeto deste é aplicado   dentro de uma empresa é notória sua motivação em relação ao desempenho   das atividades de seus funcionários, na qual, as ausências e faltas   consecutivas destes, diminuem na mesma intensidade que os atestados   médicos por afastamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align:justify"&gt;Um projeto ergonômico inclui a análise   a altura da cadeira que deve ser tal maneira que os pés fiquem apoiados   firmemente no chão, a utilização do descanso para pés (grande e sólido)   quando os mesmos não se mantiverem no solo, a manutenção do espaço   entre coxas e o lado inferior da mesa (o ângulo entre coxas e pernas   deve ser de 90 graus ou mais), a manutenção do tronco numa posição   vertical relaxada, o apoio da região lombar pelo encosto da cadeira, a   utilização de todo o assento e o encosto da lombar (posicionado   ligeiramente para trás) para apoiar o tronco (o ângulo entre coxas e   tronco deve ser de 90 graus ou mais), os apoios de braços, que devem   suportar os antebraços confortavelmente enquanto houver digitação   (fazendo com que ombros fiquem relaxados) tela do computador na altura   dos olhos, teclado e mause próximos ao tronco para evitar movimentos de   grande amplitude.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align:justify"&gt;Para aplicação da ginástica laboral   sugere-se um tempo mínimo de 15 minutos a cada duas horas de trabalho   consecutivas, através de alongamentos dos braços por 30 segundos,   movimentação ativa das mãos, pernas e pés. Movimentação ativa da coluna   associado a movimentos dos braços, exercícios de respiração e   relaxamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div style="text-align:justify"&gt;Essas atividades devem ser monitoradas   e elaboradas pelo Fisioterapeuta para que ocorra a redução dos efeitos   deletérios causados por uma longa e estressante jornada de trabalho,   assim diminuindo as perdas dentro de uma empresa, na qual, um   funcionário com saúde é um funcionário motivado, a desempenhar seu papel   de forma adequada com objetivo de obter ganhos a organização a qual   este pertence.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.prevenirperdas.com.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=36:importancia-da-atuacao-do-fisioterapeuta-na-prevencao-de-perdas&amp;catid=2:prevencao-de-perdas&amp;Itemid=8"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6770869327432231907-1357289909614605333?l=trabalho.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://trabalho.facafisioterapia.net/2012/05/importancia-da-atuacao-do.html</link>
	<source url="http://fisioterapianotrabalho.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia no Trabalho</source>
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	<pubDate>Wed, 09 May 2012 07:16 GMT</pubDate>

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<item>
	<title>Fisioterapia na osteoartorse de joelho</title>
	<description>&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os grandes objetivos do tratamento   fisioterapêutico é aliviarmos a dor, melhorar a função   muscular e a qualidade de vida, independente da idade do paciente. A perda na força muscular acarreta   limitações e interferem nas AVD (atividades de vida diária), assim os   exercícios para os indivíduos que se encontram em processo de   envelhecimento são importantes, pois proporcionam bem estar físico, auto   confiança, sensação de auto avaliação, melhora da força muscular e da   amplitude de movimentos, além de atuar de forma positiva no emocional do   indivíduo (1).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alguns autores anteriores a 1980 apresentam os exercícios como   inapropriados para os pacientes com processos inflamatórios, pois podem   causar estresse e esforço indevido na articulação lesionada, piorando a   inflamação; mas predomina autores que dão muita importância aos   exercícios, acreditando que estes melhoram e mantem a força muscular, a   mobilidade muscular, a endurance, a funcionalidade, aumentam a densidade   óssea e diminuem a dor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um trabalho fisioterapêutico bem elaborado promove a melhora da   coordenação, da postura e do desempenho muscular, que são os fatores   levam o idoso a hipofuncionalidade e conseqüentemente a exclusão e ao   sentimento de incapacidade, levando-os a depressão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Marques, (1) em 1998, propôs os seguintes procedimentos para o tratamento fisioterapeutico da osteoartrose:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tratamento pelo frio: Para casos de dor, inflamação e espasmos   musculares. É um grande agente analgésico e nos processos inflamatórios   reduz a hiperemia e o edema por seu efeito vasoconstritor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tratamento pelo calor: Alivia a dor, aumenta a extensibilidade do tecido colágeno e reduz a rigidez articular.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eletroterapia (Ultra som, ondas curtas,microondas e estimulação elétrica transcutânea – TENS): São usados para a analgesia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Exercícios: Principal recurso para recuperar a força muscular e quando utilizados com a eletroterapia aliviam a dor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tipos de exercícios:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt; Globais&lt;/em&gt;: subir escadas, levantar-se da cadeira, treino de marchas, etc.&lt;br&gt;  &lt;em&gt;&lt;br&gt;  Isométrico&lt;/em&gt;: São os indicados inicialmente por serem mais tolerados pelos pacientes com dor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt; Isotônicos progressivos&lt;/em&gt;: quando a dor e a inflamação estão mais controladas para fortalecimento muscular e melhora da funcionalidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.medicinageriatrica.com.br/2007/04/25/osteoartrose-do-joelho-aspectos-fisioterapicos/#" rel="nofollow" style="color:#006600;text-decoration:underline;border-bottom:dotted 1px"&gt;Fisioterapia&lt;/a&gt; Pós-Cirurgia de Artroplastia do Joelho&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;O objetivo da fisioterpia é o retorno precoce as funções associadas   com a amplitude de movimento do joelho. O método proposto por Marques   (2) é de exercícios isotônicos nos primeiros sete dias pós cirurgia e   exercícios para restaurar a flexão da articulação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fisioterapia preventiva:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Durante muito tempo a fisioterapia deu muito ênfase a terapia   curadora (prevenção terciária), hoje este quadro mudou, e temos muitos   profissionais atuando nos fatores etiológicos da doença a fim de evitar   que ela venha a se instalar. Atualmente, o papel do fisioterapeuta,   junto com outros profissionais da saúde, baseia-se na proposta de   estabelecer propostas de um tratamento adequado, visando prevenir danos,   deformidades e perda da capacidade funcional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um programa de exercícios bem definido pode evitar perda da força muscular e as suas conseqüências. Os &lt;a href="http://www.medicinageriatrica.com.br/2007/04/25/osteoartrose-do-joelho-aspectos-fisioterapicos/#" rel="nofollow" style="color:#006600;text-decoration:underline;border-bottom:dotted 1px"&gt;idosos&lt;/a&gt; fisicamente ativos parecem mais concentrados e se distraem com menos facilidades que os idosos sedentários.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1. Silva, F. B. e Batista, C. S. – Tratamento fisioterápico no paciente portador de osteoartrose de joelho – [&lt;a title="silva" href="http://www.ucg.br/fisio/monografia/27.PDF"&gt;on line&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;2. Marques A.P., Kondo, A – Rev Bras Reumatol, 1998 – A fisioterapia na osteoartrose: uma revisão da literatura. [&lt;a title="marques" href="http://reumatologia.com.br/revista/pdf/380201.pdf"&gt;on line&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;3. Meirelles, E.A. Morgana – Atividades físicas na terceira idade – Rio de Janeiro: Sprint,1997.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-8751352740329959854?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/05/fisioterapia-na-osteoartorse-de-joelho.html</link>
	<source url="http://fisioterapianareumatologia.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Reumatológica</source>
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	<pubDate>Wed, 09 May 2012 05:04 GMT</pubDate>

</item>

<item>
	<title>Tipos de Flacidez</title>
	<description>&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há dois tipos de flacidez: a dérmica e a muscular.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A flacidez dérmica surge como resultado da diminuição da produção das   fibras colágenas, elásticas e silício causada pelo próprio processo de   envelhecimento. Porém, vários fatores contribuem para acelerar este   processo: fumo, sedentarismo, gravidez, distúrbios hormonais, obesidade e   emagrecimento em curto espaço de tempo. Dentre os tratamentos,   utilizamos a microcorrentes, massagem e cosmetologia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A flacidez muscular é causada pela diminuição ou ausência de   movimento, de modo que, o único tratamento é através de contrações   musculares, sendo que os exercícios ativos são melhores, pois também   melhoram a condição cardio-vascular, mas na fisioterapia também são   utilizados equipamentos de estimulação elétrica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse ultimo tipo de flacidez tem atuação constante da Fisioterapia Dermato Funcional, que atua com diversos recursos!&lt;br&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4449089361856041324-4051821030758499810?l=dermatofuncional.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description>
	<link>http://dermatofuncional.facafisioterapia.net/2012/05/tipos-de-flacidez.html</link>
	<source url="http://fisioterapianadermatofuncional.blogspot.com/feeds/posts/default">Fisioterapia Dermato-Funcional</source>
	<guid isPermaLink="false">http://dermatofuncional.facafisioterapia.net/2012/05/tipos-de-flacidez.html?</guid>
	<pubDate>Wed, 09 May 2012 04:56 GMT</pubDate>

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